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13
set
09

Quem você deve conhecer no VMA ’09

Da categoria “Revelação”. ATUALIZAÇÃO – Vencedora Lady Gaga

Chega mais um VMA. No dias dessas premiações, muita gente senta para assistir e descobre que não conhece metade dos indicados, salvos por aqueles que são indicados em “todas” as categorias ou que estão figurando nessas cerimônias há algum tempo. Como meu querido Davi Rocha.

Essa ressalva acaba quando Revelação é a categoria. Supõe-se que os indicados sejam nomes emergentes, mas para muitos eles ainda nem foram descobertos. No prêmio Multishow, em agosto, por exemplo, vi muita gente no Twitter perguntando “Quem diabos é a Banda Cine?” – vencedora da categoria. Em um prêmio internacional as chances dessa pergunta acontecer aumenta.

Os indicados a Revelação no VMA 2009 são:

andarvma

3OH!3- “Don’t Trust Me”
Asher Roth – “I Love College”
Drake – “Best I Ever Had”
Kid Cudi – “Day N’ Nite”
Lady Gaga”Poker Face”

O primeiro e a última da lista são mais conhecidos dos brasileiros. Lady Gaga, principalmente, revelação do pop/eletrônica tem seu nome entre os indicados de outras categorias – 9 no total – inclusive “Clipe do Ano”. 3OH!3 (pronuncia “three oh three”), é um duo hip-hop/electropop/powerpop. Já peguei o vídeo deles passando na MTV, e só por isso acho que devem ser um pouco mais conhecidos que os outros. (Ouvi o disco deles, quando ainda eram independentes. Não sei como é o disco da música que está concorrendo, mas se você tem entre 12 e 17 talvez goste).

Os outros artistas da categoria são todos do Hip-Hop. Assisti o clipe dos três. O gênero pode ser abrangente, e se desenvolveu bastante nessa década. Drake faz um estilo que lembra facilmente Lil Wayne e os últimos discos de Jay Z. Mas quem me chamou atenção foram os outros dois: Asher Roth e Kid Cudi.

Asher, por ser branco, é sempre comparado com Eminem, mas a música é totalmente diferente. As origens são a mesmas, mas o produto de Asher é muito mais melódico, e me lembra um cara que ouvi bastante este ano (e indico), o britânico Just Jack.

Kid Cudi traz uma ginga nova às batidas mais tradicionias do Hip-Hop. Algo como um Kanye West menos vanguardista. è a música que mais me empolgou, talvez seja meu preferido. E o clipe, que é o que deveria ser prezado nesta premiação, também é o melhor. Mas como o voto é popular, Lady Gaga deve ganhar. [Não é por que estava falando de Hip-Hop que a rima foi proposital, juro que não foi]

São todos revelações? É tudo cedo para dizer.

18
nov
08

RockWalk Brasil – A Calçada da Fama (intinerante) do Rock Brasileiro

Essa não poderia ficar de fora: A calçada da fama do rock brasileiro, tudo a ver com este site.

RockWalk Brasil

É uma versão brasileira da RockWalk que fica em Hollywood, com marcas em baixo relevo das mãos, autógrafos e mensagens das lendas da músicas escolhidas para a homenagem.

A RockWalk, que começou em 1985, está localizada na Sunset Boulevard e tem nomes como  John Lennon, Elvis Presley, Chuck Berry e Little Richard, entre outras lendas. A versão brasileira traz algo novo, é intinerante, pretende passar por 15 shoppings/locações por ano. Levando a todo o Brasil o material das “lendas do rock brasileiro”.

O primeiro homenageado foi Kiko Zambianchi, em 16/05/2008. Além da assinatura Zambianchi deu a jaqueta usada na capa de seu disco “Era das Flores”, lançado em 89 pela EMI. 

Os outros memorados foram na ordem: Ultraje a Rigor, Lobão, Guilherme Arantes, Mutantes (nova formação), Shaman, Jota Quest, Arnaldo Baptista, Pepeu Gomes, Fernanda Abreu, Serguei, Jarry Adriani, Charlie Brown Jr., O Rappa, Sepultura, Ronnie Von, Nelson Motta, Paulo Ricardo, Cauby Peixoto, Eduardo Araujo, Luiz Calanca, Roupa Nova, Inocentes e Dr. Sin. Temos também os alemães do Scorpions.

O juri conta com a presidência de Márcio Mota e mais outros oito convidados no conselho, a maioria produtores, alguns já estão até marcados na RockWalk Brasil. Outros homenageados também podem fazer indicações. 

Por enquanto, a exposição está no Shopping Santana, em São Paulo.

14
nov
08

Latin Grammy ’08 – Brincar de Ser Feliz

latin

A noite do Grammy Latino não prometia. Mas, não sei se por sorte ou azar, vai dar o que falar!

Pelo primeiro ano, o Grammy teve uma edição apresentada fora dos Estados Unidos. O Grammy Latino (Latin Grammy) ganhou uma edição paralela aqui no Brasil, talvez ensaio de uma emancipação. E pelo exibido,  muitos ensaios serão necessários, ou, podemos dizer, deveríamos ter ensaiado muito mais.

Muitas coisas estavam longe de dar certo. A começar da abertura (para não citar o tapete vermelho apresentado por integrantes do CQC): A companhia de dança de Deborah Colker fez uma apresentação apagada. Com trilha de Andreas Kisser, a coreogtrafia não conseguiu chamar atenção, pelo menos para quem assistia pela TV, a imensa roda em estrutura de metal, figura principal da interação dos bailarinos, estava praticamente escondida, muito atrás no palco.

Os apresentadores-anfitriões eram Daniella Cicerelli e Marcelo Tas. Cicarelli parecia perdida diante de tanta formalidade, o que não lembrava em nada os temps de premiação na MTV. Tas tentava salvar alguma coisa, lembrando as apresentações do CQC. Faltava sincronia entre Tas e Cicarelli, mas não sejamos injustos, faltava sintonia em todo o resto, a técnica, a transmissão, o diálogo entre São Paulo e Houston (onde acontecia o Latin Grammy), estava um pouco bagunçado, pelo menos, até o 4° bloco.

Eu explico: o primeiro prêmio referia-se ao melhor albúm de samba/pagode, enquanto Beth Carvalho era anunciada vencedora, nos mostraram uma vinheta do Paulinho da Viola. E, isso era só o começo. Entre patacoadas de erros de sincronia, e de roteiro, troca de cenário, entradas (sem graça) de humoristas do CQC…, entraram, no quarto bloco, as Irmãs Galvão para salvar o show: as duas senhoras trouxeram  o humor e a descontração que o prêmio brasileiro precisava. Com piadas não-ensaiadas, anunciaram os indicados, e, depois, também fugindo do script, o vencedor (errado), deram o envelope errado para as Galvão, o que (fora do controle da dupla) fez, por algumas partes de segundo, dar o prêmio de “Melhor Albúm de Música Tradicional Regional ou de Raízes Brasileiras” para Seu Jorge, que não era indicado nesta categoria. Mas, as irmãs corrigiram com espontaneidade. Foram o extremo da festa, o pico e a depressão. No ponto alto, trazendo ritmo, descontração e simpatia. No ponto baixo, quando não existe nada pior em uma premiação, do que chamar o vencedor errado, sinônimo de falta de organização.

(continua…)

VEJA QUEM GANHOU LATIN GRAMMY 2008

Vencedores:

(categorias brasileiras)

Melhor Álbum de Samba/Pagode: “Canta o Samba da Bahia Ao Vivo”, Beth Carvalho

Melhor Álbum Pop Contemporâneo Brasileiro: “Sim”, Vanessa da Mata

Melhor Álbum de Rock Brasileiro: “Cidade cinza”, CPM 22

Melhor Álbum de Música Tradicional Regional ou de Raízes Brasileiras: “Grandes clássicos sertanejos acústico I”, Chitãozinho e Xororó

Melhor Álbum de Música Contemporânea Regional ou de Raízes Brasileiras: “Qual o assunto que mais lhe interessa?”, Elba Ramalho

Melhor Álbum de Música Romântica: “Acústico II – Vol. 1”, Bruno & Marrone

Melhor Álbum de Música Popular Brasileira: “América Brasil, o disco”, Seu Jorge

Melhor Canção Brasileira: “Som da chuva”, Marco Moraes e Soraya Moraes

 

(categorias gerais)

Álbum do Ano: “La vida… es um ratico”, Juanes

Revelação: Kany García

Melhor Álbum Vocal Masculino: “La vida… es um ratico”, Juanes

Melhor Álbum Pop para Duplas ou Grupo Vocal: ”Fantasia pop”, Belanova

Melhor Vídeo Musical versão curta: “Me enamora”, Juanes

Melhor Vídeo Musical versão longa: “MTV Unplugged”, Julieta Venegas

Melhor Álbum de Música Cristã – Língua espanhola: “Tengo sed de ti”, Soraya Moraes

Melhor Álbum de Música Cristã -Língua portuguesa: “Som da Chuva”, Soraya Moraes

Melhor Álbum Instrumental: “Orquesta filarmónica de Bogotá – 40 Años”, de Orquesta Filarmônica de Bogotá

Melhor Álbum de Música Folclórica: “Caballo!”, de Cholo Valderrama

Melhor Álbum de Tango: “Buenos Aires, días y noches de tango”, produzido por Andrés Mayo

Melhor Álbum de Música Flamenca: “Una guitarra en Granada”, de Juan Habichuela

Melhor Obra/Composição Clássica Contemporânea: “Concierto del Sol”, de Carlos José Castro

Melhor Projeto Gráfico: “Buenos Aires, días y noches de tango”

Melhor Álbum Tropical Tradicional: “90 millas”, de Gloria Estefan

Produtor do Ano: Sergio George

Melhor Engenharia de Gravação para um Álbum: “Dentro do mar tem rio – Ao Vivo” (Maria Bethânia), de Moogie Canazio e Luiz Tornaghi

Melhor Álbum de Rock Vocal – Dupla ou Grupo: “Eternamiente”, de Molotov

Melhor Canção Alternativa: “Volver a comenzar”, de Café Tacvba

Melhor Álbum de Rock Vocal solo: “La lengua popular”, de Andrés Calamaro.

Melhor Álbum de Jazz Latino: “Afro Bop Alliance”, de Caribbean Jazz Project Featuring Dave Samuels

Melhor Álbum Infantil Latino: “El heredero”, de Miguelito

Melhor Álbum de Música Clássica: “Pasión española”, de Plácido Domingo

Melhor Obra/Composição Clássica Contemporânea: empate entre “Concierto del Sol”, de Carlos José Castro, e “Tahhiyya li ossoulina”, de Sérgio Assad

Melhor Álbum Pop para duplas ou grupo vocal: “Fantasía Pop”, Belanova

Melhor Álbum de Música “Urban”: “Los extraterrestres”, de Wisin e Yandel

Melhor Álbum de Música Alternativa: “MTV Unplugged”, Julieta Venegas

Melhor Álbum de Salsa: “El cantante”, de Marc Anthony

Melhor Álbum de Cumbia/Vallenato: “Sólo clásicos”, de Peter Manjarrés, Emiliano Zuleta e Sergio Luis

Melhor Álbum Cantor Campositor: “Rodolfo”, Fito Paez

Melhor Álbum de Música Ranchera: “Para siempre”, Vicente Fernández

Melhor Álbum de Música Banda: “Ayer, hoy y siempre”, de Los horóscopos de Durango

 

 

 

 




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