Posts Tagged ‘peter bjorn & john

24
ago
09

Re-Living Things

O disco do trio sueco Peter, Bjorn & John vai ganhar uma nova versão.

peter-bjorn-and-john-living-things

O nome é esse mesmo “Re-living Things”, as músicas estão remixadas por nomes do hip-hop. Mick Boggie responsável pelo “Viva la Hora”( Jay/Coldpaly) é o idealizador deste projeto está para sair neste final de semana. Eu ainda não sei muito bem o que esperar, o albúm original (Living Things) é o que eu mais escutei em 2009, mas desde as primeiras audições, quando ainda não tinha digerido muito bem o disco, eu pedia remixes.

A tracklist da “remixtape” é essa:

1. The Feeling (feat. J. Cole & GZA) (remixed by Marco Polo)
2. It Just Don’t Move Me (feat. Kardinal Offishall, Donnis & Heno) (remixed by Jet Audio)
3. Just the Past (feat. Big Sean & Black Milk) (remixed by nVMe)
4. Nothing to Worry About (feat. Wale, Young Chris & Rhymefest) (remixed by the Kickdrums)
5. Losing My Mind (feat. Bun B) (remixed by 6th Sense)
6. Living Thing (feat. Freebass 808 & Amanda Blank) (remixed by Apple Juice Kid)
7. I Want You (feat. Talib Kweli) (remixed by William Russell / Good Life Mike)
8. Lay it Down (feat. Three 6 Mafia & Trouble Andrew) (remixed by the Kickdrums)
9. Stay This Way (feat. Big Pooh, Chaundon & Phil Nash) (remixed by Jazzy Jeff)
10. Blue Period Picasso (feat. Naledge & Mickey Factz) (remixed by nVMe)
11. 4 Out of 5 (feat. 88 Keys, Outasight & 6th Sense) (remixed by 6th Sense)
12. Last Night (feat. U-N-I) (remixed by Remot)
Se você a única música que você ouviu de PB&J era aquela dos assobios (que também já foram usados por Kanye West), ou se você não pode assistir à Invasão Sueca 2008. Uma apresentação ao vivo de altíssima qualidade de três músicas do último disco do Trio.

Nothing To Worry About ( feat. um belo coral)

Lay It Down

Living Thing

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24
maio
09

Peter, Björn & John – It Don’t Move Me

O novo clipe da banda tem uma idéia muito boa. Tentar dançar como Michael Jackson. Simples assim.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

07
maio
09

About the Young Folks

Violão e um lugar ao sol, sentados na grama e um quilo de histórias.

Não seriam esses os ingredientes no folk? Não se prenda a Bob Dylan, Johnny Cash e outros nomes a citados pela Mallu Magalhães. Mas o que não se pode negar é que a uma certa movimentação que está nos trazendo novamente esta mistura. De repente, o Brasil encontrou artistas que estavam fazendo música baseada em cordas acústicas.

Falando assim, é claro que  vem à mente fenômenos como Vanguart, Mallu ou Teatro Mágico, que coincidamente fizeram sucesso sem a ajuda de gravadoras. Isso que estamos chamando de “movimentação” começou sem a pressão das gravadoras, que apenas se aproveitaram mais tarde (e ainda a tempo). E parece que o futuro da música nos deu dois caminhos, se por um lado o crescimento do eletrônico parece óbvio em quando o assunto é o futuro, por outro, há uma nova racionalização do acústico e a valorização de uma cultura mais antiga e folcórica sim.

O acústico, aqui no Brasil, começou a ser revitalizado no começo da década. Todos os artistas de todos os estilos resolveram lançar a suas músicas sem distorções eletrônicas. Mas vamos falar de folk. ok? Um amadurecimento deste sintomas trouxe de volta uma música carregada de elementos folclóricos de fácil reconhecimento ou assimilação, e não se resume ao Folk Rock e chega virar o New Folk.newfolk

É aquela música que pode entrar em qualquer conto de fadas ou história de fantasia, trazendo uma penumbra de magia. Uma aplicação, por exemplo, foi acrescentar a música “Elephant Gun”, do Beirut, na trilha da série Capitu, por um diretor que sempre buscou colocar essas camadas em suas obras e aí se vê, por exemplo e exacerbação talvez, um transporte do New Folk para a TV em elementos visuais com outras produções de  como Hoje é Dia de Maria e A Pedra do Reino.

Esse novo Folk remonta a origens mais européias e “medievais” e nórdicas que ao Rock, relembrando, por exemplo, a Polca (música folclórica da Polônia) e (perdendo a régua) modernizando como um Ska ocidental postos na mesma panela. Num mundo mais globalizado, vê-se o crescimento da utilização de instrumentos de sopro de sax, das flautas às gaitas, do fole ao acordeon; nas cordas timbres da cítaras ao banjo e o sempre bem-vindo piano; às vezes os pratos, outras o pandeiro e até palmas.

O New Folk, numa categorização que é democrática e contestável, vai das experimentações de Devendra Banhart ao pop da Of Montreal, ao rock da Neutral Milk Hotel carregado de guitarra, e ao psicodelismo de Olívia Tremor Control –  esses três últimos do selo Elephunt 6, que revitalizou esse novo folclore – que nos faz voltar a Devendra, sem esquecer de Sufjan stevens, Andrew Bird, Fleet Foxes e – quem sabe – Animal Collective. O termo carrega consigo canções sem deixar o experimentalismo e não tem limites totalmente definidos.

No Brasil,tentando encontrar algo parecido, talvez, encontremos esses elementos no Móveis Coloniais de Acaju, o Ska evidente com a outros ritmos dançantes, como a  polca mais europeus, e as letras de canções para cantar e assobiar. No mesmo disco, a utilização de elementos eletrônicos, demostrando a tendência.

Tendência de mistura – acústico e eletrônico com cada vez novos sintetizadores. Que já foi muito bem experimentado por Peter, Bjorn and John e que hoje está mais próximo de semelhanças com Animal Collective, mas que inspirou essa série de posts marcando uma nova postura deste blog depois dos seis primeiros meses.

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18
mar
09

Peter Bjorn and John – Este é um ano soturno

Sai o disco Living Thing. Para um dia nublado na savana em seu fim de tarde.

Logo no começo o anúncio de um disco carregado na percurssão, no ritmo e em boas batidas e, como não poderia deixar de ser, do eletrônico.
O refrão que se repete na faixa de abertura “I feel it. Can You feel it? There is something in the air”.

O disco está mais grave, a segunda faixa lembra o sucesso “Young Folks”, com os assobios e violões trocados por arranjos em piano e melodias eletrônicas.

A banda está mais sombria, a música está bem limpa. Just the Past é basicamente batida e baixo, e alguns efeitos de sintetizadores aleatórios.Um dos pontos altos, sem demagogia é ouvir “nothing to worry about”: com refrão que pega acompanhado por um coral de crianças sintéticas, num ritmo um pouco mais acelerado, a batida não te deixa parado.

Mas eles não esquecem do bom e velho rock, acompanhando a tendência de ótima produção que valoriza as notas de todos os instrumentos com várias camadas. É assim com “I’m Losing my mind”.

Mesmo grave, é um disco divertido. Apenas uma música passa de 5 minutos de duração, é Just the Past(5:11). Mas algumas merecem remixes para ir às pistas como “Living Thing” e “Blue Period Picasso” que de qualquer forma tem cara de canções-hinos.

“I Want You!”mostra quanto sutil e ambiciosos eles podem ser.

De resto não há muito o que dizer, após sete faixas não teremos mais surpresas, os elementos se repetem, fazendo no cd uma coisa bem íntegra.E fazendo repensar os rótulos que resumem Peter Bjorn & John a rock alternativo, mesmo em um disco de um ritmo tão bem marcado. É um disco meio experimental, meio experiente, utilizando as mesmas fórmulas e conceitos em todas as músicas.

Last Night fecha o disco, incomodando um pouco por ser tão linear, tão soturna, esgotando os ouvintes.

Tracklist:folder
1. The Feeling
2. It Don’t Move Me
3. Just the Past
4. Nothing to Worry About
5. I’m Losing My Mind
6. Living Thing
7. I Want You!
8. Lay It Down
9. Stay This Way
10. Blue Period Picasso
11. 4 out of 5
12. Last Night

18
mar
09

Vazou o novo de Peter, Bjorn and John

Saiu na rede neste 18 de março o disco Living Thing. A música “Young Folks”, do disco Writer’s Block, já tinha virado sensação nas rádios brasileiras, mas o novo hit “Nothing To Worry About” me impressiona, desde a primeira vez que ouvi 2008, o clipe também é uma muito legal.

Mais informações sobre o álbum e links para download você encontra aqui.

Não conhece ainda a banda, assista o vídeo:

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Peter Bjorn and John é uma banda de indie rock sueca, formada em Estocolmo em 1999. Os membros atuais são Peter Morén (vocais, guitarra, gaita de boca), Björn Yttling (vocais, baixo, teclados) e John Eriksson (bateria, percussão e vocais).

Post relacionado:

Resenha Living Thing [Peter Bjorn and John – Este é um ano soturno]




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