Posts Tagged ‘móveis coloniais de acaju

18
abr
10

De domingo – Lançamento do DVD do Móveis

É isso. Hoje, às 21h o Canal Brasil exibe os shows que a Móveis Coloniais de Acaju fez no Auditório Ibirapuera. Eu fui na apresentação do segundo dia (23/01) e foi lindo.

Consigo me achar no meio da multidão, ali na frente do palco, do lado esquerdo, de camiseta roxa, neste vídeo aperitivo da canção do biz. E também tirei algumas fotos.

12
fev
10

Que galera é essa?

Móveis Coloniais de Acaju sabe como recompensar seus fãs.

O som que eles fazem vem ganhando vários adeptos pela qualidade dos arranjos e por fazer com que cada fã sinta-se membro. Nos shows, a platéia completa com energia, cantando, gritando e assoviando as melodias dos sopros. Na internet, todos podem baixar as músicas gratuitamente para não fazer feio ao vivo. E os 10 Móveis fazem bem bonito com ou sem cupins.

Chegando o carnaval, a movelaria reformatou a faixa de abertura do disco C_mpl_te, lançado no primero semestre de 2009. “Adeus” ganhou mais axé e deixou de ser uma balada pouco melancólica para entrar nos bailes de todas as vezes. A história começou com a apresentação no Lobão ao Mar, aqui dá para perceber a transição.

Mas foi essa semana que eles entraram em estúdio para aprimorar a idéia. O processo todo pode ser acompanhado ao vivo pela Trama TV. E quem aguentou horas ouvindo repetidas vezes, viu o fôlego da banda. A mistura de ska, frevo, axé e a bela letra de Adeus: “Abandono o que é pronto e digo: Adeus” para começar qualquer festa regada a confete, serpentina e fantasias.

Você pode baixar o vídeo e o mp3 disponibilizados pela banda.

E assistir na íntegra o programa Lobão Ao Mar com Móveis no portal MTV.

07
maio
09

Completo com mágia

Sim, já está disponível para download o novo disco da Movelaria.

Agora é oficial é só entrar no site da Trama Virtual e fazer o seu download gratuito.

moveis-crop

A banda já tinha comentado que na primeira vez que entraram em estúdio o objetivo era fazer algo como um “ao vivo”. Eles chegaram a gravar “ao vivo no estúdio”, mas resolveram fazer tudo de novo. Miranda se encarregou da produção e a Movelaria lança o disco C_mpl_te. Anteriormente, a banda já tinha disponibilizado os vídeos de todas as músicas do novo disco gravadas ao vivo em um quintal, com todo respeito, qualquer. A iniciativa deu muito certo, principalmente como divulgação,e as pequenas doses foram apresentando aos fãs antigos a nova sonoridade do novo grupo. O impressionante é como a sonoridade funciona tanto ao vivo, quanto no disco mixado.

Os detalhes são muito mais sensíveis e as músicas ganham outro peso. Sobre as músicas, o famoso Ska do Móveis e arranjos lindos de metais que muitas vezes chegam a trazer ares nórdicos com os sopros. Mas as diferenças em relação ao primeiro disco são evidentes. C_mpl_te tem uma levada mais Pop em suas músicas com aquela coisa de “de onde eu conheço isso mesmo?” , a flauta ganha um novo peso e harmonia, o vocal ganha distorções muitas vezes e um eco quase constante. A guitarra tem uma entonação de indie rock em alguns trechos, o baixo e a bateria – que foi gravada pelo ex-integrante Renato Rojas – garantem a levada que marcou a banda. As músicas estão um pouco mais uniformes, sem as trocas constantes de tempo e ritmo que aconteciam dentro das próprias músicas do disco anterior, Idem(2007).

A surpresa vem chega com “Cheia de Manha”, com arranjos de teclados muito diferentes do que já se viu antes na banda. Começa com uma levada Jazz e cresce para um quase samba-rock, mais rock que samba, com o típico do alternativo brasileiro entre Mundo Livre S/A, Patu Fu e o jeito próprio da banda.

07
maio
09

About the Young Folks

Violão e um lugar ao sol, sentados na grama e um quilo de histórias.

Não seriam esses os ingredientes no folk? Não se prenda a Bob Dylan, Johnny Cash e outros nomes a citados pela Mallu Magalhães. Mas o que não se pode negar é que a uma certa movimentação que está nos trazendo novamente esta mistura. De repente, o Brasil encontrou artistas que estavam fazendo música baseada em cordas acústicas.

Falando assim, é claro que  vem à mente fenômenos como Vanguart, Mallu ou Teatro Mágico, que coincidamente fizeram sucesso sem a ajuda de gravadoras. Isso que estamos chamando de “movimentação” começou sem a pressão das gravadoras, que apenas se aproveitaram mais tarde (e ainda a tempo). E parece que o futuro da música nos deu dois caminhos, se por um lado o crescimento do eletrônico parece óbvio em quando o assunto é o futuro, por outro, há uma nova racionalização do acústico e a valorização de uma cultura mais antiga e folcórica sim.

O acústico, aqui no Brasil, começou a ser revitalizado no começo da década. Todos os artistas de todos os estilos resolveram lançar a suas músicas sem distorções eletrônicas. Mas vamos falar de folk. ok? Um amadurecimento deste sintomas trouxe de volta uma música carregada de elementos folclóricos de fácil reconhecimento ou assimilação, e não se resume ao Folk Rock e chega virar o New Folk.newfolk

É aquela música que pode entrar em qualquer conto de fadas ou história de fantasia, trazendo uma penumbra de magia. Uma aplicação, por exemplo, foi acrescentar a música “Elephant Gun”, do Beirut, na trilha da série Capitu, por um diretor que sempre buscou colocar essas camadas em suas obras e aí se vê, por exemplo e exacerbação talvez, um transporte do New Folk para a TV em elementos visuais com outras produções de  como Hoje é Dia de Maria e A Pedra do Reino.

Esse novo Folk remonta a origens mais européias e “medievais” e nórdicas que ao Rock, relembrando, por exemplo, a Polca (música folclórica da Polônia) e (perdendo a régua) modernizando como um Ska ocidental postos na mesma panela. Num mundo mais globalizado, vê-se o crescimento da utilização de instrumentos de sopro de sax, das flautas às gaitas, do fole ao acordeon; nas cordas timbres da cítaras ao banjo e o sempre bem-vindo piano; às vezes os pratos, outras o pandeiro e até palmas.

O New Folk, numa categorização que é democrática e contestável, vai das experimentações de Devendra Banhart ao pop da Of Montreal, ao rock da Neutral Milk Hotel carregado de guitarra, e ao psicodelismo de Olívia Tremor Control –  esses três últimos do selo Elephunt 6, que revitalizou esse novo folclore – que nos faz voltar a Devendra, sem esquecer de Sufjan stevens, Andrew Bird, Fleet Foxes e – quem sabe – Animal Collective. O termo carrega consigo canções sem deixar o experimentalismo e não tem limites totalmente definidos.

No Brasil,tentando encontrar algo parecido, talvez, encontremos esses elementos no Móveis Coloniais de Acaju, o Ska evidente com a outros ritmos dançantes, como a  polca mais europeus, e as letras de canções para cantar e assobiar. No mesmo disco, a utilização de elementos eletrônicos, demostrando a tendência.

Tendência de mistura – acústico e eletrônico com cada vez novos sintetizadores. Que já foi muito bem experimentado por Peter, Bjorn and John e que hoje está mais próximo de semelhanças com Animal Collective, mas que inspirou essa série de posts marcando uma nova postura deste blog depois dos seis primeiros meses.

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About The Old Folks

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29
mar
09

Abril com festivais do independente

“Abril Pro Rock” e “Móveis Convida”

Abril Pro Rock 2009

O festival Abril Pro Rock é um dos mais tradicionais para a cena independente brasileira. O evento chega a sua 17ª edição, com apresentações de 15 bandas, um número que caiu, em um evento que já contou com 40 bandasA última banda anunciada foi a cuiabana Vanguart. Este ano serão duas atrações internacionais: Mötorhead (Inglaterra) e Heavy Trash (EUA). O Abril Pro Rock acontece nos dias 17 e 18 de Abril, no Chevrolet Hall, em Recife(PE).

A programação completa:

PROGRAMAÇÃO ABRIL PRO ROCK 2009

17  de Abril (sexta) – R$ 100 inteira / R$ 50 meia / R$ 70 + 1kg de alimento não perecível para o ingresso socialabrilprarock1
Motorhead (Inglaterra)
Matanza (RJ)
AMP (PE)
Decomposed God (PE)
Black Drawing Chalks (GO)

18 de Abril (sábado)
– R$ 50 inteira / R$ 25 meia e R$ 30 + 1kg de alimentos não perecível para o ingresso social
Marcelo Camelo (RJ)
Heavy Trash (EUA)
Móveis Coloniais de Acaju (DF)
Mundo Livre S/A (PE)
Retrofoguetes (BA)
Volver (PE)
Vivendo do Ócio (BA)
Johnny Hooker & Candeias Rock City (PE)
The Keith (PE)
Vanguart (MT)

site oficial: http://www.abrilprorock.info/

twitter: http://www.twitter.com/abrilprorock

Móveis Convida X

O evento, que é organizado pela banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju, serve como divulgação da própria banda e outras do cenário independente e emergente brasileiro.

Este ano os convidados foram: Macaco Bong (MT), Black Drawing Chalks (GO) e Galinha Preta (DF).

Isso acontece no dia 3/4, na UnB. Lá a movelaria vai apresentar e estrear o show do disco C_MPL_TE previsto também para este mês.

A entrada será gratuita, mas os ingressos devem ser retirados antecipadamente, com a doação de alimentos, que serão entregues ao Programa Mesa do Sesc/DF.

mveisconvida10edio836_blog

29
mar
09

Abril para a música

Os lançamentos esperados para o mês de Abril.

Bob Dylan

Capa de "Together Through Life"(2009)

Capa de "Together Through Life"(2009)

Neste mês, a lenda lança seu 33º disco de estúdio. A notícia chegou como surpresa para muitos, há algumas semanas atrás. “Together through life” sai no final do mês, e as noticias que estão vazando falam de um disco com a sonoridade dos anos 50 com direito a aocrdeão em todas as faixas. A produção é assinada por Jack Frost – pseudônimo usado por Dylan.

No site, Bod Dylan uma entrevista com ele feita por Bill Flanagan. A entrevista que vai para a terceira parte, pode ser vista aqui. Nela, Dylan fla sobre o novo disco, sobre o passado, futuro, downloads e política.

Depeche Mode

Na verdade, “Sounds of The Universe” já vazou na internet.  Depeche Mode volta a lançar disco de inéditas 4 anos depois de “Playing The Angel”, mas buscando uma sonoridade ainda mais antiga. A banda de eletrônica usou instrumentos parecidos com os do início de carreira. Este é o vídeo de “Wrong” o primeiro single do disco, que sai no dia 20 de abril em seis formatos diferentes.

Móveis Coloniais de Acaju

Chegará finalmente o disco C_mpl_te dos brasilienses. Com doze faixas, já sabemos o que esperar. A banda diponibilizou vídeos com versões ao vivo para todas as faixas no site. Destaque para “O tempo”, “Falso Retrato” e “Descomplica”. Vale a pena conferir, o disco estará em breve para download gratuito na Trama Virtual.

O que você espera para Abril?

07
mar
09

“O Tempo” chegou – Nova do Móveis Coloniais de Acaju

A Móveis Coloniais de Acaju lança o primeiro single do novo disco.

“O Tempo” é a faixa ideal para trazer o novo do móveis. A faixa já vinha sendo apresentada nos shows. É arrebatadora, letra e melodia. Na produção, até elementos eletrônicos entraram na faixa de um modo singelo. Parece que em breve seremos expostos à nova movelaria, sem sustos: eles continuam com um os mesmos cuidados e elogiáveis arranjos. O disco C_mpl_ete sai em abril;

A faixa está disponível para download gratuito no site da banda. Ela e outras 11 faixas terão versões apresentadas em vídeos no mesmo site. Será liberada uma por dia a partir de 18/03, com o vídeo de “O Tempo”. Todo o disco estará diponível para download gratuito através da Trama Virtual a partir de abril.

Link direto para download. [se a caixa de download não abrir, clique com o botão direito e em “Salvar (Link) Como…”

letra:

O Tempo

Móveis Coloniais de Acaju

A gente se deu tão bem
que o tempo sentiu inveja
ele ficou zangado e decidiu
que era melhor ser mais veloz
e passar rápido pra mim

Parece que até jantei
com toda a família e sei
que seu avô gosta de discutir
e sua avó gosta de ouvir
você dizer que vai fazer

O tempo engatinhar
do jeito que eu sempre quis
se não for devagar
que ao menos seja eterno assim

Espero o dia que vem
pra ver se te vejo
e faço o tempo esperar como esperei
a eternidade se passar
nos meus segundos sem você

Agora eu já nem sei
se hoje foi anteontem
eu me perdi lembrando o teu olhar
o meu futuro é esperar
pelo presente de fazer
O tempo engatinhar
do jeito que eu sempre quis
distante é devagar
perto passa bem depressa assim

pra mim
laialalaia

Se o tempo se abrir talvez
entenda a razão de ser
de não querer sentar pra discutir
de fazer birra toda vez
que peço ao tempo pra me ouvir

Eu que nunca discuti o amor
não vejo como me render
Ah será que o tempo tem tempo pra amar
ou só me quer tão só

e então se tudo passa em branco
eu vou pesar
a cor da minha angútia
e no olhar
saber que o tempo vai ter que esperar

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