Posts Tagged ‘marcelo tas

20
mar
09

Nominando – Marcelo Tas

Uns ícones de alguma geração.

Não é difícil buscar na memória imagens de Marcelo Tas, o grande âncora do CQC,

ilustração: carlinhos/fonte: marcelotas.uol.com.br

ilustração: carlinhos/fonte: marcelotas.uol.com.br

distribui ironia, sarcasmo e sinceridade em suas informações, mas não fica preso à TV, e para levar mais a fundo essa idéia, a que Marcelo Tas fica preso? Não sei.

Mantendo o premiado Blog do Tas e um dos maiores públicos do Twitter, ele acaba de sair na The Wall Street Journal. O jornal – nas palavras de Tas, “a bíblia do mercado mundial” – destacava sua popularidade e sua credibilidade tamanhas, a ponto de ser contratado pela Telefonica para promover um novo serviço, o Xtreme serviço de banda ultra-larga. Evitando extremos, Tas é um dos mais interagidos brasileiros, antenado em muita informação e esbajando opinião, diz que não foi contratado com obrigações de falar bem do produto.

É interessante lembrar que não é de hoje que temos Marcelo Tas, ou é? Quem tem a idade perto dos vinte anos, um pouco mais ou um pouco menos, tem o cara no sangue. Provavelmente, seus pais assistiam o repórter Ernesto Varella, um pouco antes de você nascer, ou com você no colo. O repórter que ironizava os políticos tirava muita gente do sério, arrancava os risos de outros e a reflexão de alguns.

Quando nascemos, estava lá: Professor Tibúrcio (Rá-Tim-Bum) e o Telekid (Castelo Rá-Tim-Bum) para reponder nossas perguntas. Por que não? Isso sem citar outros porfessores e programas educativos que contaram com Tas como ator, roteirista ou diretor, ou tudo junto.

Hoje na Tv e internet, Tas continua sendo dos personagens mais presentes na vida desta geração, seja para rir, seja para informar, seja para indicar qualquer outra coisa. Marcelo Tas com 49 anos, meio século até o final do ano, fez parte de muitas vidas, dando vida a tantas outras, ou sendo ele mesmo. Quem é ele para você?

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ilustração: selphie/fonte: marcelotas.uol.com.br

Marcelo Tas tem pelo menos 33 prêmios e formas de reconhecimento do seu trabalho. sobretudo nas áreas de tecnologia e comunicação.

14
nov
08

Latin Grammy ’08 – Brincar de Ser Feliz

latin

A noite do Grammy Latino não prometia. Mas, não sei se por sorte ou azar, vai dar o que falar!

Pelo primeiro ano, o Grammy teve uma edição apresentada fora dos Estados Unidos. O Grammy Latino (Latin Grammy) ganhou uma edição paralela aqui no Brasil, talvez ensaio de uma emancipação. E pelo exibido,  muitos ensaios serão necessários, ou, podemos dizer, deveríamos ter ensaiado muito mais.

Muitas coisas estavam longe de dar certo. A começar da abertura (para não citar o tapete vermelho apresentado por integrantes do CQC): A companhia de dança de Deborah Colker fez uma apresentação apagada. Com trilha de Andreas Kisser, a coreogtrafia não conseguiu chamar atenção, pelo menos para quem assistia pela TV, a imensa roda em estrutura de metal, figura principal da interação dos bailarinos, estava praticamente escondida, muito atrás no palco.

Os apresentadores-anfitriões eram Daniella Cicerelli e Marcelo Tas. Cicarelli parecia perdida diante de tanta formalidade, o que não lembrava em nada os temps de premiação na MTV. Tas tentava salvar alguma coisa, lembrando as apresentações do CQC. Faltava sincronia entre Tas e Cicarelli, mas não sejamos injustos, faltava sintonia em todo o resto, a técnica, a transmissão, o diálogo entre São Paulo e Houston (onde acontecia o Latin Grammy), estava um pouco bagunçado, pelo menos, até o 4° bloco.

Eu explico: o primeiro prêmio referia-se ao melhor albúm de samba/pagode, enquanto Beth Carvalho era anunciada vencedora, nos mostraram uma vinheta do Paulinho da Viola. E, isso era só o começo. Entre patacoadas de erros de sincronia, e de roteiro, troca de cenário, entradas (sem graça) de humoristas do CQC…, entraram, no quarto bloco, as Irmãs Galvão para salvar o show: as duas senhoras trouxeram  o humor e a descontração que o prêmio brasileiro precisava. Com piadas não-ensaiadas, anunciaram os indicados, e, depois, também fugindo do script, o vencedor (errado), deram o envelope errado para as Galvão, o que (fora do controle da dupla) fez, por algumas partes de segundo, dar o prêmio de “Melhor Albúm de Música Tradicional Regional ou de Raízes Brasileiras” para Seu Jorge, que não era indicado nesta categoria. Mas, as irmãs corrigiram com espontaneidade. Foram o extremo da festa, o pico e a depressão. No ponto alto, trazendo ritmo, descontração e simpatia. No ponto baixo, quando não existe nada pior em uma premiação, do que chamar o vencedor errado, sinônimo de falta de organização.

(continua…)

VEJA QUEM GANHOU LATIN GRAMMY 2008

Vencedores:

(categorias brasileiras)

Melhor Álbum de Samba/Pagode: “Canta o Samba da Bahia Ao Vivo”, Beth Carvalho

Melhor Álbum Pop Contemporâneo Brasileiro: “Sim”, Vanessa da Mata

Melhor Álbum de Rock Brasileiro: “Cidade cinza”, CPM 22

Melhor Álbum de Música Tradicional Regional ou de Raízes Brasileiras: “Grandes clássicos sertanejos acústico I”, Chitãozinho e Xororó

Melhor Álbum de Música Contemporânea Regional ou de Raízes Brasileiras: “Qual o assunto que mais lhe interessa?”, Elba Ramalho

Melhor Álbum de Música Romântica: “Acústico II – Vol. 1”, Bruno & Marrone

Melhor Álbum de Música Popular Brasileira: “América Brasil, o disco”, Seu Jorge

Melhor Canção Brasileira: “Som da chuva”, Marco Moraes e Soraya Moraes

 

(categorias gerais)

Álbum do Ano: “La vida… es um ratico”, Juanes

Revelação: Kany García

Melhor Álbum Vocal Masculino: “La vida… es um ratico”, Juanes

Melhor Álbum Pop para Duplas ou Grupo Vocal: ”Fantasia pop”, Belanova

Melhor Vídeo Musical versão curta: “Me enamora”, Juanes

Melhor Vídeo Musical versão longa: “MTV Unplugged”, Julieta Venegas

Melhor Álbum de Música Cristã – Língua espanhola: “Tengo sed de ti”, Soraya Moraes

Melhor Álbum de Música Cristã -Língua portuguesa: “Som da Chuva”, Soraya Moraes

Melhor Álbum Instrumental: “Orquesta filarmónica de Bogotá – 40 Años”, de Orquesta Filarmônica de Bogotá

Melhor Álbum de Música Folclórica: “Caballo!”, de Cholo Valderrama

Melhor Álbum de Tango: “Buenos Aires, días y noches de tango”, produzido por Andrés Mayo

Melhor Álbum de Música Flamenca: “Una guitarra en Granada”, de Juan Habichuela

Melhor Obra/Composição Clássica Contemporânea: “Concierto del Sol”, de Carlos José Castro

Melhor Projeto Gráfico: “Buenos Aires, días y noches de tango”

Melhor Álbum Tropical Tradicional: “90 millas”, de Gloria Estefan

Produtor do Ano: Sergio George

Melhor Engenharia de Gravação para um Álbum: “Dentro do mar tem rio – Ao Vivo” (Maria Bethânia), de Moogie Canazio e Luiz Tornaghi

Melhor Álbum de Rock Vocal – Dupla ou Grupo: “Eternamiente”, de Molotov

Melhor Canção Alternativa: “Volver a comenzar”, de Café Tacvba

Melhor Álbum de Rock Vocal solo: “La lengua popular”, de Andrés Calamaro.

Melhor Álbum de Jazz Latino: “Afro Bop Alliance”, de Caribbean Jazz Project Featuring Dave Samuels

Melhor Álbum Infantil Latino: “El heredero”, de Miguelito

Melhor Álbum de Música Clássica: “Pasión española”, de Plácido Domingo

Melhor Obra/Composição Clássica Contemporânea: empate entre “Concierto del Sol”, de Carlos José Castro, e “Tahhiyya li ossoulina”, de Sérgio Assad

Melhor Álbum Pop para duplas ou grupo vocal: “Fantasía Pop”, Belanova

Melhor Álbum de Música “Urban”: “Los extraterrestres”, de Wisin e Yandel

Melhor Álbum de Música Alternativa: “MTV Unplugged”, Julieta Venegas

Melhor Álbum de Salsa: “El cantante”, de Marc Anthony

Melhor Álbum de Cumbia/Vallenato: “Sólo clásicos”, de Peter Manjarrés, Emiliano Zuleta e Sergio Luis

Melhor Álbum Cantor Campositor: “Rodolfo”, Fito Paez

Melhor Álbum de Música Ranchera: “Para siempre”, Vicente Fernández

Melhor Álbum de Música Banda: “Ayer, hoy y siempre”, de Los horóscopos de Durango

 

 

 

 




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