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29
mar
09

Abril para a música

Os lançamentos esperados para o mês de Abril.

Bob Dylan

Capa de "Together Through Life"(2009)

Capa de "Together Through Life"(2009)

Neste mês, a lenda lança seu 33º disco de estúdio. A notícia chegou como surpresa para muitos, há algumas semanas atrás. “Together through life” sai no final do mês, e as noticias que estão vazando falam de um disco com a sonoridade dos anos 50 com direito a aocrdeão em todas as faixas. A produção é assinada por Jack Frost – pseudônimo usado por Dylan.

No site, Bod Dylan uma entrevista com ele feita por Bill Flanagan. A entrevista que vai para a terceira parte, pode ser vista aqui. Nela, Dylan fla sobre o novo disco, sobre o passado, futuro, downloads e política.

Depeche Mode

Na verdade, “Sounds of The Universe” já vazou na internet.  Depeche Mode volta a lançar disco de inéditas 4 anos depois de “Playing The Angel”, mas buscando uma sonoridade ainda mais antiga. A banda de eletrônica usou instrumentos parecidos com os do início de carreira. Este é o vídeo de “Wrong” o primeiro single do disco, que sai no dia 20 de abril em seis formatos diferentes.

Móveis Coloniais de Acaju

Chegará finalmente o disco C_mpl_te dos brasilienses. Com doze faixas, já sabemos o que esperar. A banda diponibilizou vídeos com versões ao vivo para todas as faixas no site. Destaque para “O tempo”, “Falso Retrato” e “Descomplica”. Vale a pena conferir, o disco estará em breve para download gratuito na Trama Virtual.

O que você espera para Abril?

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04
mar
09

Relativamente Antigo

Sobre o disco setentista do Franz Ferdinand, em um post escrito no começo do ano [26/01].

As promessas e expectativas eram: um bom rock carregando sinais de eletrônica e percussão, onde valia até o uso de ossos humanos para o batuque. Um disco bom para festas com lembranças vintages.

De pronto, já se percebe a batida bem marcada e seguida pelo baixo. O novo Franz parece ter um RPM mais baixo, sem deixar a peteca cair. Agregadas aos tons graves estão as… guitarras(?), não; estão as distorções e sintetizadores eletrônicos, a guitarra vem complementar.

Os graves podem trazer o ar noturno, ainda assim, o ritmo permite a dança e o entreterimento com os sintetizadores acompanhado por palmas em No you Girls. Ouvindo essa faixa conseguimos recolher a proposta do que vem por aí, com uma ponte sombria e soturna entre refrões que chamam palmas bem ritmadas.

Em seguida, vem uma canção para um luau, muito próximo de um sentido literal e radical, entre amigos, e novamente, o destaque para o som produzido pelo bater de mãos. O vocal canta uma melodia bem desenhada de várias vozes que entoam “Oh, can’t you let me stay tonight?”

Para não esquecer do rock temos Bite Hard. Mas nem pense em esquecer os elementos já ditos. Um bom brit rock, que lembra bastante o que é feito pelo Kaiser Chiefs, mas que volta bem “franzfernandiano” em What She Came For, com direito a solo de guitarra, enquanto a batida acelera. Acaba aí.

A próxima faixa nos lembra que este é um disco conceitual e, segundo Kapranos, experimental e consciente. A unidade desses experimentos não pode ser negada, já a bem-feitoria é parte da avaliação pessoal. Quem já previa um disco eletrônico não se espantará tanto, mas fãs desavisados podem começar por Lucid Dreams. Para Raphael Caffarena, “ela começa como uma faixa perdida dos Beatles – redonda, pura e com melodia afetiva – que se vê acompanhada por uma bateria raivosa até se tornar um clássico hit franz-ferdinandiano. Porém, três minutos depois, guitarras distorcidas são gradativamente substituídas por um sintetizador e “Lucid Dreams” vira um techno de causar espanto em pistas alemãs: sintetizador seco dançando com batidas pesadas e um baixo imensamente grave. É surpreendente, de se torcer para que ela não acabe mais.” E quase não acaba, a faixa tem 8 minutos.

Para acabar, a surpresa: A banda re-experimentando os ritmos mais lentos, lembrando um pouco discos anteriores. A SURPRESA fica para o final, com a faixa dos ossos humanos, prometidos para Katherine Kiss Me. Ela vem só: voz e violão.

17
fev
09

Covers de primeira!

De Bob Dylan por Beck, à David Bowie por Tv On the Radio.

Eu sei que o dia de falar de covers, versões e outros blás foi ontem, mas essa não podia ficar em branco, nem para depois. Acabei de ver uma nota sobre um albúm beneficente de covers, que acaba de ser lançado. Uma Ong lançou ontem um disco de covers apenas com grandes artistas fazendo suas versões para grnades artistas. A organização é a War Child, uqe cuida de crianças afetadas pela guerra. O disco todo custa US$18, mas parte pode ser ouvida no myspace. A história é a seguinte:

A entidade escolheu 15 artistas/bandas consagrados para que escolhessem artistas/bandas que regravassem uma de suas canções. Então, Bob Dylan escolheu o Beck; Steve Wonder escolheu Estelle; David Bowie, Tv On The Radio…  e no final ficou assim:

Beck – “Leopard-Skin Pill-Box Hat” (Bob Dylan)
The Kooks – “Victoria” (The Kinks)
The Hold Steady – “Atlantic City” (Bruce Springsteen)
Hot Chip – “Transmission” (Joy Division)
Lily Allen feat. Mick Jones – “Straight To Hell” (The Clash)
Yeah Yeah Yeahs – “Sheena Is A Punk Rocker” (The Ramones)
Franz Ferdinand – “Call Me” (Blondie)
Duffy – “Live And Let Die” (Paul McCartney)
Estelle – “Superstition” (Stevie Wonder)
Rufus Wainwright – ” Wonderful & Song For Children” (Brian Wilson)
Scissor Sisters – “Do The Strand” (Roxy Music)
Peaches – “Search And Destroy” (Iggy Pop)
Adam Cohen – “Take This Waltz” (Leonard Cohen)
Elbow – “Running To Stand Still” (U2)
The Like – “You Belong To Me” (Elvis Costello)
TV On The Radio – “Heroes” (David Bowie)




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