Posts Tagged ‘cover

19
abr
10

O coral mais indie

Os indies estão adorando este coral formado por CRIANÇAS! Eles fazem suas versões para músicas os melhores hits indies, ou para a música da Lady Gaga, não importa, eles são bons em duas vozes, já falei deles no Portal MTV por conta da versão para Lisztomania, do Phoenix, minha preferida.

Temos que levar em consideração ainda as coreografias improvisadas na interpretação das crianças, que ganha destaque quando a canção é “I am not a robot”, da Marina and the Diamonds, no último vídeo da turminha. Quero ver todo mundo fazendo o passo do robozinho:

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13
out
09

O que fizeram com ele?

Alguém que cresce ouvindo Felipe Dylon está exposto a vários perigos. A prova disso é o próprio Dylon, que surtou!

Há algumas semanas, ele apareceu com novo visual e filosofia reggae. Dias atrás, postaram um vídeo dele no Youtube ainda com dreads, mas tocando Iron Maiden. A música é “The Evil That Man Do”.


via @andrechaos

Conseguiu digerir?

Seja lá, quem estiver no comando da cabeça desse muleque, pode ficar com ele, não precisa devolver. Maldades de lado, parece que ele está tentando medidas desesperadas para se livrar da imagem “garoto-de-praia” + “filinho-de-papai” que levou ele à grande mídia brasileira e os sucesso com as garotinhas. E agora ele quer parecer sujo? Qual será a próxima bomba?

20
maio
09

Nossa estréia no Portal MTv

Comecei ontem a publicar no Portal MTv. A seção “Recovering” deu uma evoluída e gerou o Cover Blog. O Assunto tratado será o mesmo, e a seção “Recovering” continua por aqui, toda segunda-feira. Lá o objetivo é o mesmo, falar de plágios, samplers e covers,vamos ver como vai se desenvolver, por que, aqui no ANDaR!, eu já estou em casa. Aqui nos vemos quase diariamente (preciso me organizar melhor) com a seção Recovering às segudundas-feiras, e no COVER BLOG de segunda e quinta. Clique na imagem, e faça uma visita, deixe lá sua sugestão ou comentário. O endereço é http://mtv.uol.com.br/coverblog/blog. Vamos nos esbarrando pelo caminho. Abraços, anonimamente Raphael Bispo.

coverblog

05
maio
09

+1 entre zeros e uns (e outros números) #2

1/2 ano de blog, 100 posts e um pouco de orgulho. [about me and you]

binario
Foi assim que começou “+1 entre zeros e uns (e outros números)” – o primeiro post. Era uma simples atividadde para a faculdade, fazer um artigo. Resolvi que faria um artigo, e colocaria minha opinião para que outros opinassem, ninguém leria mesmo. O título do artigo(post) falava sobre “zeros e uns” tentando trazer o vínculo da informática, da internet e dos blogs, naquele momento me juntava as estatísticas binárias; o resto do texto é sobre a eleição dos 100 maiores músicos brasileiros pela Rolling Stone. Resolvi colocar num blog e depois mantê-lo.

No começo, o blog falaria sobre cultura pop aplicada ao cotidiano, este ainda é o objetivo, mas a cada dia ele fala mais sobre música – Já pediram para eu trocar o nome “ANDaR!” por “Ouvir”. O nome do blog é a sigla de “Anônimo Descobrindo a Rotina!”, e tem algo mais rotineiro que ouvir tanto música, quanto barulho, desejável ou indesejável? Mesmo sendo este o assunto principal, eu ainda não estou totalmente preso a ele, mas ele está preso em mim.

Foi tomando este rumo desde a minha primeira resenha postada, assim que vazou o disco do “Little Joy – antes do esperado, não prematuro“. Era mais uma atividade universitária. Gostei do resultado. Muitos dos primeiros posts me agradam bastante, porém depois de uma denúncia iriamos para outras veredas e resume bastante a trajetória deste blog.

Era o possível plágio do NX Zero e a pergunta “Com quantos plágios se faz um hit?” rendeu uma série de posts e duas categorias do blog – as que eu mais respeito nele. Depois do esclarecimento -“Entre o cover e o plágio: Onde estão as influências?“, um perfil de Rick Bonadio que era para ter sido como uma crônica – “Rick Bonadio – Para transformar em ouro“. Depois disso resolvi que gostava de falar sobre o plágios e covers e escrever sobre pessoas e seus perfis. Então, criei as categorias Recovering e Nominando.

Por falta de tempo e inspiração (quase que literalmente), o blog caiu em produtividade e qualidade. Até que o Veloso me fez sacudir a poeira – “Caetano – Para (re)fazer isso funcionar direito“. Um belo perfil do cantor e uma boa volta para a blogueiragem. Na Recovering, um post de classe sobre um disco de covers de classe de um senhor de classe e essas redundâncias típicas da categoria – “Revoir Monsieur Gainsbourg“.

Com tanta música na internet, fiz uma série sobre isso. Discutir “A Música e a Internet” é o presságio de 4 posts. O destaque vai para “A Música e a Internet #3 – Conspirações” inspirado por um vinil do Roberto Carlos.

Voltando aos plágios e coisas semelhantes chegou “Tirando o atraso – sem vergonha ou pudor” sobre a parceria entre Jet e Iggy Pop.

Este é o centésimo post, mais um entre zeros e uns, que foi veio depois do “About the Old Folks” e antes do “About the Young Folks”. Este é “about our own style” e eu me importo com todo o resto.

É sempre um prazer,

Anônimo (Raphael Bispo)

E para quem interessar fica aqui a lista de 9 dos 99 posts que me trouxeram aqui e o orgulhinho :

+1 entre zeros e uns (e outros números)andar

Little Joy – Antes do esperado, não prematuro

Com quantos plágios se faz um hit?

Entre o cover e o plágio: Onde estão as influências?

Rick Bonadio – Para transformar em ouro

Caetano – Para (re)fazer isso funcionar direito

Revoir Monsieur Gainsbourg

A Música e a Internet #3 – Conspirações

Tirando o atraso – sem vergonha ou pudor

28
abr
09

Tirando o atraso – sem vergonha ou pudor

As semelhanças de Iggy Pop e Jet ou (“Com quantos plágios se faz um hit?” #2)

Essa veio por indicação, e com um exclamação! Foi bem na lata

“Você já ouviu o plágio do Jet?”

“Não”

“Eles plagiaram muito o Iggy Pop”

“Sério? – O mundo sabe disso?”

“Acho que não”

Mentira(s)!

1 – Se você já ouviu Jet, já ouviu o suposto plágio. Ele está simplesmente no primeiro sucesso da banda australiana, quiça o único sucesso mundial do grupo. Sem saber que era plágio já tinha ouvido.

2 – Plágio, provado ou não, pelo menos um interessado já teve ter notado a semelhança. É que Iggy Pop é parceiro dos australianos. Minha hipótese é que ele tenha conhecido a banda graças a este plágio e levou de boa, como se o louco do “Mr. Não tenho limites” se importasse com alguma coisa. Ele está sempre viajando, como todo mundo sabe.

Fato(s)!

“Are you gonna be my girl” tem uma batida comovente e não dá para escutar sem ao menos bater o pé, mantenho a ambientação em um bom Garage Rock. E por ser traços muito marcantes a semelhança “Lust for life” é evidente.

O velho Iggy Pop é uma versão (qualquer coisa) louca de James Newell Osterberg (seu nome verdadeiro), uma criança tímida e introvertida.

“Fazemos essas coisas juntos. Porque o Iggy sabe de muitas coisas. Uma coisa do Iggy é que ele banca a vida do Jim. Tenho a responsabilidade de um imenso passado para manter, redimir e, de certa forma, mudar de rumo. Aí tem humildade. Você precisa cair na real – “Olha, nem sempre tive esta casa”. Nem sempre fui tão perspicaz. E esta não é a parte favorita da minha vida. Preferiria muito mais ser como uma moeda novinha e que todo mundo adora. Mas esse não é o meu destino.” [Entrevista na  RS 10/Julho de 2007]

É tudo muito parecido, tirando a linha do vocal. A diferença está principalmente nas datas de lançamento.  “Lust for life” é a faixa que dá nome ao segundo LP solo de Iggy Pop, que antes foi vocalista dos Stooges, foi lançado em 1977 e produzido por ninguém menos que David Bowie. Mais de 25 anos depois, chega às lojas o primeiro CD dos australianos do Jet, que segundo muita gente, estava chegando para revitalizar o bom e velho Rock n’ Roll. E eles fizeram isso quase que literalmente, ou como melhor você entender. Se é que o 60 anos de Iggy Pop precisam de mais vitalidade –  sanidade talvez.

Para não me alongar… [Explicações!]

1 – Este post era para ter vindo em um segunda (hoje é uma terça), na verdade na segunda da semana passada.

2 – Relutei muito para não colocar os vídeo, me pediram para não sobre carregar a página. Mas estes valem à pena, quase literalmente como você entende.

3 – Relutei muito para não colocar o vídeo do Iggy Pop e sua calça transparente, mas por mais sarcasmático que a evidência demonstra, é um boa ilustração.

4 – Parceiros, ou não, eles gravaram uma música juntos e, olha só, um cover: Foi uma homenagem aos 50 anos de um marco para o rock australiano. A música é “Wild One” de Johnny O’keefe (1935 – 78) – conterrâneo do Jet. A data de lançamento deste single – 5 de Julho de 1958 – é considerada o aniversário do Rock n’ Roll australiano. A versão de 2008 você confere logo abaixo.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

more about “Jet and Iggy Pop – Wild One“, posted with vodpod

5 –  Outros vídeos vc encontra na barra lateral do blog ou na minha página do Vodpod.

30
mar
09

Revoir Monsieur Gainsbourg

Há tempos, eu prometi um cover de classe. Aqui está.

Com certeza, sua mãe, sua avó, ou sua tia, gostam de Monsieur Gainsbour e você tem a oportunidade de ouví-lo nas versões de Franz Ferdinand, Cat Power, Portishead, Placebo e Carla Bruni.

Gainsbour foi compositor, cantor, ator e diretor. Era francês. Escreveu músicas, por exemplo, para Brigitte Bardot, com quem teve um romance, mas ela recusou seu maior sucesso – Je t’aime moi non plus.

Com Monsieur Gainsbourg Revisited, artistas gravam versões em inglês para as músicas de Serge Gainsbourg. E de bônus, a participação de Jane Birkin, ex-esposa de Gainsbourg, já na primeira faixa – A Song For Sorry Angel – com Franz Ferdinand.

Je t’aime moi non plus, que também virou filme em 76, sofreu retalhações da BBC e do Vaticano, mas ainda assim chegou ao topo das paradas inglesas em 69. Em 2005, alguns artistas fizaram uma homenagem ao artista que morreu em 2 de março de 1991.

Obviamente, Brigitte Bardot não previa tanto sucesso, na verdade, temia o escândalo que a canção poderia causar. Mas a música foi gravada por Jane Birkin (atriz inglesa), assim Serge Gainsbourd trocou também seu amor francês, pelos sussuros despejados na canção por Birkin, que já tinha estrelado outro escândalo com as cenas em que aparece nua em Blow Up (1966), de Antonioni.

Logo abaixo está a versão com Cat Power e Karen Elson – I LOVE YOU (ME EITHER). Depois dele o original: Serje e Jane cantam JE T’AIME… MOI NON PLUS.

Você pode ouvir todas as músicas do disco aqui.

Track List:

  1. “A Song for Sorry Angel” – Franz Ferdinand & Jane Birkin
  2. “I Love You (Me Neither)” (“Je t’aime… moi non plus”) – Cat Power & Karen Elson
  3. “I Just Came to Tell You I’m Going” (“Je suis venu te dire que je m’en vais”) – Jarvis Cocker & Kid Loco
  4. “Requiem for Anna” – Portishead
  5. “Requiem for a Jerk” (“Requiem pour un con”) – Faultline, Brian Molko, & Françoise Hardy
  6. “L’Hotel” – Michael Stipe
  7. “Au Revoir Emmanuel” – Tricky
  8. “Lola R. For Ever” – Marianne Faithfull & Sly and Robbie
  9. “Boomerang 2005” – Gonzales, Feist & Dani
  10. “Boy Toy” – Marc Almond and Trash Palace
  11. “The Ballad of Melody Nelson” – Placebo
  12. “Just a Man With a Job” – The Rakes
  13. “I Call it Art” – The Kills
  14. “Those Little Things” – Carla Bruni
  15. “The Ballad Of Bonnie And Clyde” – James Iha & Kazu Makino (U.S. release bonus track)
  16. “Angel’s Fall” – Nina Persson & Nathan Larson (U.S. release bonus track)
30
mar
09

Hot ‘n’ Cold – versão ucraniana

Essa é só para constar, o vídeo de cover que mais bombou este final-de-semana. Recebi muitos tweets com este vídeo e é verdade: não tem como deixar de ver.

Uma versão da música de Kate Perry, Hot n’ Cold. Particularmente, eu não gosto muito da versão original, mas o cover é bem tragável.

Com instrumentos da música folclórica polka e com os vocais se divertindo, é um bom vídeo, e não apenas bizarro.

Com vocês Los Colorados:

e começou a segunda…




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