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05
maio
09

+1 entre zeros e uns (e outros números) #2

1/2 ano de blog, 100 posts e um pouco de orgulho. [about me and you]

binario
Foi assim que começou “+1 entre zeros e uns (e outros números)” – o primeiro post. Era uma simples atividadde para a faculdade, fazer um artigo. Resolvi que faria um artigo, e colocaria minha opinião para que outros opinassem, ninguém leria mesmo. O título do artigo(post) falava sobre “zeros e uns” tentando trazer o vínculo da informática, da internet e dos blogs, naquele momento me juntava as estatísticas binárias; o resto do texto é sobre a eleição dos 100 maiores músicos brasileiros pela Rolling Stone. Resolvi colocar num blog e depois mantê-lo.

No começo, o blog falaria sobre cultura pop aplicada ao cotidiano, este ainda é o objetivo, mas a cada dia ele fala mais sobre música – Já pediram para eu trocar o nome “ANDaR!” por “Ouvir”. O nome do blog é a sigla de “Anônimo Descobrindo a Rotina!”, e tem algo mais rotineiro que ouvir tanto música, quanto barulho, desejável ou indesejável? Mesmo sendo este o assunto principal, eu ainda não estou totalmente preso a ele, mas ele está preso em mim.

Foi tomando este rumo desde a minha primeira resenha postada, assim que vazou o disco do “Little Joy – antes do esperado, não prematuro“. Era mais uma atividade universitária. Gostei do resultado. Muitos dos primeiros posts me agradam bastante, porém depois de uma denúncia iriamos para outras veredas e resume bastante a trajetória deste blog.

Era o possível plágio do NX Zero e a pergunta “Com quantos plágios se faz um hit?” rendeu uma série de posts e duas categorias do blog – as que eu mais respeito nele. Depois do esclarecimento -“Entre o cover e o plágio: Onde estão as influências?“, um perfil de Rick Bonadio que era para ter sido como uma crônica – “Rick Bonadio – Para transformar em ouro“. Depois disso resolvi que gostava de falar sobre o plágios e covers e escrever sobre pessoas e seus perfis. Então, criei as categorias Recovering e Nominando.

Por falta de tempo e inspiração (quase que literalmente), o blog caiu em produtividade e qualidade. Até que o Veloso me fez sacudir a poeira – “Caetano – Para (re)fazer isso funcionar direito“. Um belo perfil do cantor e uma boa volta para a blogueiragem. Na Recovering, um post de classe sobre um disco de covers de classe de um senhor de classe e essas redundâncias típicas da categoria – “Revoir Monsieur Gainsbourg“.

Com tanta música na internet, fiz uma série sobre isso. Discutir “A Música e a Internet” é o presságio de 4 posts. O destaque vai para “A Música e a Internet #3 – Conspirações” inspirado por um vinil do Roberto Carlos.

Voltando aos plágios e coisas semelhantes chegou “Tirando o atraso – sem vergonha ou pudor” sobre a parceria entre Jet e Iggy Pop.

Este é o centésimo post, mais um entre zeros e uns, que foi veio depois do “About the Old Folks” e antes do “About the Young Folks”. Este é “about our own style” e eu me importo com todo o resto.

É sempre um prazer,

Anônimo (Raphael Bispo)

E para quem interessar fica aqui a lista de 9 dos 99 posts que me trouxeram aqui e o orgulhinho :

+1 entre zeros e uns (e outros números)andar

Little Joy – Antes do esperado, não prematuro

Com quantos plágios se faz um hit?

Entre o cover e o plágio: Onde estão as influências?

Rick Bonadio – Para transformar em ouro

Caetano – Para (re)fazer isso funcionar direito

Revoir Monsieur Gainsbourg

A Música e a Internet #3 – Conspirações

Tirando o atraso – sem vergonha ou pudor

18
dez
08

humanos virtuais

second-life1Estava com saudade de São Paulo, e tudo que ela pode oferecer, mas na verdade, por motivos que serão discutidos em outra ocasião, a maior parte do tempo passo dentro de casa, em frente ao computador. E eu sei que não estou só nesta.

A rede virtual nos pegou. Hoje, são tantos sites e programas de relacionamento e entreterimento, que a vida quase resume-se a máquina. Já se pode fazer tudo dentro de casa, quase tudo na frente do computador. A base para essa vida inclui messenger, orkut (para os brasileiros) ou qualquer outro site de relacionamento, algum portal de notícias e algumas RSS, para quem gosta de estrar informado. Eu ainda gosto de aplicações que me alimentem com música. Isso já permite uma “vida social” razoável.

Em um nível avançado, há quem simule a vida e faça passeios apenas pelo computador. O famoso Second Life prende as pessoas dentro de casa, para que possam ir às festas pela internet. Os bons jogadores têm emprego e família virtuais. Já tivemos encontros graças ao jogo, e separações também. Agora, teremos um filme, baseado em uma história “real”.

Quem está de olho no projeto é o diretor Gore Verbinski, de Piratas no Caribe. O roteiro, de Steve Knight, contará a história, publicada no Wall Street Journal, de uma mulher que se sentiu traída pelo marido que mantinha um relacionamento com outro avatar no jogo. “É devastador. Você tenta conversar com a pessoa ou levar uma bebida para ela e descobre que ela está fazendo sexo com um desenho animado”, disse Sue Hoogestraat, 58 anos; seu marido Ric, 53, é casado virtualmente com Janet Spielman, 38. Além disso, seu emprego se resume apenas ao plano virtual: no jogo, ele tem uma boate e casa de strip tease que empregava outros 25 avatares; na visa real, bem… por problemas de saúde, ele passa todo o tempo em casa, porvavelmente, jogando.

A informação que tenho é que, na época da reportagem, o casal real (Sue-Ric) estava casado. E uma última observação, eles tinham se connhecido três anos antes, em um sala de bate-papo.




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