Archive for the 'Uncategorized' Category

14
maio
10

Kele Okereke divulga novas faixas “Rise” e “Walk Tall”

O primeiro single a gente já conhece, é “Tenderoni”, que já tem vídeo e que foi feita para as pistas. É bem forte para isso.

Mas não é assim como “Rise”, que não é tão quente, mas deixa muita gente curioso para ouvir o disco solo do ex-Bloc Party com os dois pés no eletrônico, mesmo não seja um disco tão bom, pode ser uma grande surpresa. Pelo que se pode ouvir em “Walk Tall”, Kele aposta nos graves. Para ficar atualizado, acompanhe o Soundcloud de Kele Okereke.

Rise

Walk Tall

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11
maio
10

Faça sua seleção

Boa parte dos brasileiros passou o almoço na frente da televisão para assistir à convocação de seleção brasileira de futebol para a Copa da África do Sul, indigestão causada pelo técnico Dunga – ou o Teimoso, talvez. Mas, se ele pode fazer sua seleção, você também pode, é só ser criativo, não fique atrás daquele que convocou o Grafite.

Esses caras, por exemplo, tiveram uma ótima sacada. E sim, Lou Reed (Velvet Underground) vem para a Flip. E você quem levaria?

30
abr
10

Plastic Beach não acabou

Damon Albarn parece ter produzido material demais para caber em um disco só. “Gravei uma enorme quantidade de músicas para este disco, cerca de 80 fragmentos”, é o que Albarn disse à Spinner.

Muitos artistas deixam coisas de fora na hora de fechar o disco, mas convenhamos que 80 é mais que o comum, e sempre se espera boas coisas de Albarn, nem que seja só para se decepcionar, ou criticar se não vier.

A idéia é lançarem ainda uma parte 2 e 3 para o Plastic Beach, se tiverem “motivação” (e fôlego) para traabalhar na finalização, porque materia não falta. “Realmente há mais material, que esperamos que veja a luz do dia em algum momento.

Mas isso não é para já, Albarn e seus amigos virtuais ainda vão promover a “parte 1” até 2011, ele e Hewlett (que fez os personagens do Gorillaz) ainda estão criando uma ópera-rock com o quadrinista Alan Moore. A obra será sobre o alquimosta inglês John Dee, conselheiro da rainha Elizabeth I.

via Rolling Stone Brasil

15
abr
10

[Single] Amplexos – A Atriz

Amplexos é uma banda carioca de Volta Rendonda. Depois de lançar o disco virtualmente em 2008, o Amplexos volta a povoar blogs hoje.

O Amplexos está disponibilizando hoje um novo single para download. A música é “A Atriz” que já esteve no primeiro disco da banda, mas aqui é uma outra produção. “A Atriz”  está reproduzida, regravada, remasterizada e lançada em vários blogs hoje.

Para fazer o download é só clicar aqui.

Ainda não conhece o som da Amplexos? Eles se enquadram no grupo do bom indie rock nacional. E se antes “A Atriz” era a faixa mais guitarrada de um disco de garagem, agora ganha outra roupa e sintetizadores. É uma mudança que pode assustar. Confira você mesmo.

O disco Amplexos, de 2008, pode ser baixado no site da banda.

Amplexos Site | MySpace

28
dez
09

Vídeo – 11th Dimension, Julian Casablancas

Já tinha me esquecido de postar. Um dos últimos vídeoclipes do ano, Julian Casablancas em alguma coisa de volta para o futuro, tirem suas próprias conclusões.

O primeiro vídeo é de 11th Dimension, do albúm Phrases For The Young.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

03
dez
09

Câmera Moderna

A Campus Party é conhecida, principalmente, por reunir gente que gosta de tecnologia para falar sobre tecnologia e aprender ainda mais sobre.

Para quem não conhece o evento, as coisas estão divididas por campos de interesse: Blogs, Música, Vídeo, Fotografia, Design, Modding, Robótica, Games, Simulação e Software Livre são alguns exemplos. E visitando a página de cada àrea você encontra as atualizações e atrações do que os campuseiros vão encontrar entre os dias 25 e 31 de janeiro.

Para minha surpresa, uma das atrações de Fotografia é a “câmera escura”, moderno não? Sim, se levarmos em questão que ela foi criada na Idade Moderna, que na verdade não tem uma datação bem definida, mas algo entre o século XV e o XVIII.

Há quem aceite que os Tempos Modernos ainda não acabaram, e seguindo essa concepção talvez seja mais aceitável a presença de antepassados da fotografia em um evento que na maioria das reuniões fala sobre o futuro digital.

Há também quem lembre que o conceito de câmera escura foi construído por Aristóteles (a.C.), mas os usos dessa tecnologia para a pintura e fotografia são descritos por Giovanni Baptista Della Porta em textos publicados em 1558 (Idade Moderna).

A câmera escura (ou obscura), fundamental para a fotografia, é sobretudo um sistema de projeção. Raios de luz através de um oficío trazem imagens de fora para dentro de um espaço escuro, assim como o nosso olho faz. Nos primórdios dessa tecnologia, as imagens eram projetadas – de cabeça para baixo – em uma parede. Como uma tendência que continua ainda hoje, as câmeras foram diminuindo e ganharam lentes.

A idéia é simples. Os campuseiros (que devem ter mais de 18 anos), nerds em sua maioria, devem lembrar-se, se não idolatrarem, do Beakman. Ele já ensinou como fazer uma com caixa de papelão:

Primeiro, a câmera foi usada para ajudar os pintores, que tingiam os traços projetados. Até que os alquimistas descobriram que a luz podia gravar imagens em uma placa de cloreto de prata.

A cidade de São Francisco mantém uma câmera escura gigante que projeta as imagens da costa da Califórnia.

Com essa tecnica de captão de luz, surgiram as câmeras pinhole, e mesmo com toda a nossa modernidade digital, a quem ainda faça belas fotos com latas de alumínio. Os mais saudosistas comemoram o Pinhole Day no dia final de abril de cada ano. (Os interessados por projetos brasileiros que trabalham com este tipo de fotografia podem procurar por “lata mágica“).

Foto: Geert van Hurck

Serão muitos curiosos em dos maiores eventos de tecnologia, vendo algo de uma história remota, que se desenvolveu e chegou na era digital, lembrando-se que a base é sempre a mesma, a captação da luz. A luz que, para alguns, é o marco da Criação do Mundo.

05
out
09

Já ouviu 11th Dimension?

Eu não paro de ouvir a “nova” do Julian Casablancas e não sei explicar porque. O meu Last.fm não me deixa mentir, mesmo sem ter acesso ao meu MP3 player.

A música tem um ar oitentista e a sonoridade do disco solo de Casablancas virá com “seriedade da música mais velha”, como planeja o próprio.

Tentei procurar o que seria a décima primeira dimensão, mas vi que era algo muito complexo. Essa dimensão viria para completar a “Teoria das Cordas” (String), que compreende 10 dimensões: 1 de tempo e 9 de espaço (nós só conseguimos enxergar 3 dimensões de espaço). Essa teoria das cordas diz que todas as partículas elementares do Universo são compostas por vibrações unidimensionais, as “cordas”, e a frequência dessa vibração corresponderia a massa da partícula. E de onde viriam essas “cordas”?

É aí que aparece a 11ª dimensão. Existem muitas versões para a origem das cordas, que ninguém sabe se estão certas ou erradas, não existe um consenso. Então foi criada uma teoria que tentasse abranger esse dilema, fala-se então de uma nova dimensão que não seria perceptível, assim como as outras 6 dimensões de espaço, a 11ª dimensão. Essa é a Teoria M ou a TOE – Theory of Everything – “teoria de tudo(?)”. Esse post foi baseado nessa definição de 11ª dimensão.

Particularmente na teoria das supercordas, as dimensões extras do espaço-tempo são algumas vezes conjecturadas a tomar forma de uma variedade de Calabi-Yau 6-dimensional.

Particularmente na teoria das supercordas, as dimensões extras do espaço-tempo são algumas vezes conjecturadas a tomar forma de uma variedade de Calabi-Yau 6-dimensional.

Com tantas hipóteses sobre o mundo, eu não vou tentar encaixar nada na música do Julian Casablancas, por enquanto. Vou deixar aqui a letra música e você cria a sua hipótese, se quiser compartilhe nos comentários.

11th Dimension

Composição: Julian Casablancas

I’ll just nod, I’ve never been so good at shaking hands.
I live on the frozen surface of a fireball
Where cities come together,
To hate each other in the name of sport.
A married girl, nothings sac-religious in the pen
I looked up to you but you thought I would look the other way
And you hear, what you wanna hear
And they take what they wanna take
Don’t be sad, wont ever happen like this anymore
So when’s it coming? this life is great movement that I can enjoy
Your warning here. Your faith has got to be greater than your fear.
Forgive them even if they are not sorry.
All the vultures, bootleggers and the “go wait here’s”.
With our luck here, for your own point but not anothers.
While it leaves you trapped in another dimension
Drop your guard, you don’t have to be smart all of the time
I’ve got a mind for the banks.
I need to go somewhere real fast.
And don’t be shy, oh no, at least deliberately.
No one really cares or wonders why anymore.
Why I got music come outta my hands and feet and kisses.
Whoo
Blood is how we watched what’s done.
All the dreamers of the mind.
Forgive them even if they are not sorry.
All the vultures, bootleggers and the “go wait here’s”.
Were so quick to point our own flaws in others
Look what they did – mammals grown up with the robots.
If there’s a rain in this world that im not excited to.
But they learned what they got so I know what to do.

E agora, depois de ouvir mais uma vez tento enxergar onde estaria essa teoria das cordas. Tirando a palavra “dimensão” citada apenas uma vez, Julian sugere estar em outro lugar paralelo. Além de brigar com o tempo e ter espaços em brancos em sua mente. Eu fico me perguntando se Julian curti mesmo essas questões físicas, ou se manja tanto quanto eu, que estou quase aceitando “I got music, coming outta my hands and feet and kisses” como indício das cordas da tal teoria. Cordas que vibram as nossas moléculas e tem, portanto, o potencial de transformar tudo em música.




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