Archive for the 'Recovering' Category

13
out
09

O que fizeram com ele?

Alguém que cresce ouvindo Felipe Dylon está exposto a vários perigos. A prova disso é o próprio Dylon, que surtou!

Há algumas semanas, ele apareceu com novo visual e filosofia reggae. Dias atrás, postaram um vídeo dele no Youtube ainda com dreads, mas tocando Iron Maiden. A música é “The Evil That Man Do”.


via @andrechaos

Conseguiu digerir?

Seja lá, quem estiver no comando da cabeça desse muleque, pode ficar com ele, não precisa devolver. Maldades de lado, parece que ele está tentando medidas desesperadas para se livrar da imagem “garoto-de-praia” + “filinho-de-papai” que levou ele à grande mídia brasileira e os sucesso com as garotinhas. E agora ele quer parecer sujo? Qual será a próxima bomba?

09
out
09

Wolfgang Amadeus Remix

Esse nome pode remeter a Mozart ou ao último disco do Phoenix, prestes a ganhar remixes.

A nova versão de Wolfgang Amadeus Phoenix vai ser lançada no dia 20 de outubro. Conta com a participação de Passion Pit, Friendly Fires, Devendra Banhart e Animal Collective, cada um recriando uma faixa. Sendo que “Liztomania”, “1901”, “Fences” e “Love Like a Sunset” terão mais uma versão, enquanto “Roma” e “Countdown (Sick For The Big Sun)” não reaparecerão.

Serão 15 faixas no total. O remix de “1901” por L’aiglon já pode ser ouvido no MySpace do Phoenix. Se você não conhece ainda o som dos franceses, aproveite a audição. Se quiser uma boa resenha sobre, Bruno Natal revela sua obsessão no URBe, blog super-indicado.phoenix-silkscreen

Tracklist:
1. Lisztomania (Alex Metric)
2. Fences (The Soft Pack)
3. 1901 Bo Flex’d (Passion Pit)
4. Lasso (2 Door Cinema Club)
5. Fences (25 Hrs A Day)
6. 1901 (L’aiglon)
7. Love Like a Sunset (Turzi)
8. Fences (Boombass)
9. Lisztomania (A Fight For Love) (25 Hrs A Day)
10. Fences (Friendly Fires)
11. Armistice (YACHT)
12. Girlfriend (Young Fathers)
13. Fences (Chairlift)
14. Rome (Neighbors with Devendra Banhart)
15. Love Like a Sunset (Animal Collective)

Fonte: Paste Magazine

06
out
09

Quem inventou o Stop Motion

Coldplay é acusado de plágio de videoclipe.

Pouco tempo de se livrar das acusações de Joe Sartriani, a turma de Chris Martin e da produtora Shynola (da animação adaptação de O Guia do Mochileiro das Galáxias) é acusada de plágio no vídeo de “Strawberry Fields” por Andy J. Gallagher.

Ler entrevista (em inglês) com os produtores da Shynola sobre a concepção do projeto.

Achei muito curiosa  a acusação graças às poucas similaridades encontradas apenas na base da técnica usada nos dois vídeos: “Something Else”, de Andy Gallagher, e “Strawberry Fields”, do Coldplay. Curiosa também é a “bio” no Twitter de Andy: “described as ‘lyrical genius’, ‘refreshingly different’, ‘lyrical mastermind’ blah blah blah”. Será que ele está querendo dizer que ele inventou o Stop Motion e a técnica de Pixilation ou eu não fui tão atento? Compare você mesmo:

O Stop Motion é essa animação quadro-a-quadro, a partir de “fotografias” ligeira e evolutivamente modificadas a fim de passar a idéia de movimento com a velocidade com que são reproduzidas, o conceito de gif animado, de desenhos nas orelhas dos cadernos e do próprio cinema é tirado daqui, dessa concepção de movimento.

A técnica de animação é antiga com indícios de registros de 1898, com o filme de Albert E. Smith e J. Stuart Blackton – The Humpty Dumpty Circus. Mas continua sendo usada em filmes da nossa geração como A Fuga das Galinhas, O  Estranho Mundo de Jack e A Noiva Cadáver, para citar poucos. Nestes casos a animação foi aplicada ao objeto, muitas vezes bonecos de massa de modelar.

No caso dos vídeos em questão, são usadas duas técnicas que remontam a vídeos de 1908. Para o personagem principal usa-se a “Pixilation”, onde os próprios humanos viram bonecos a serem animados. Para a animação do cenário e dos outros personagens, desenhos a giz.

Além de antiga, a “Pixilation” já foi em outros clipes de artistas como Talking Heads, The Cure, Slipknot, White Stripes e Radiohead.

Tão antiga quanto, a técnica que utiliza desenhos a giz pode ser vista no pequeno filme Fantasmagorie, de Émile Cohl, que você abaixo:

Andy Gallagher quer um pouco de reconhecimento ou pura mídia? Será que o super-herói do Coldplay vai tirá-los dessa? Quem sabe tenhamos um próximo episódio.

08
set
09

Lendo cortes e sons

No post anterior, falei sobre uma das palestras do Intercom. Ela falava sobre prestar atenção em todos os signos de um filme, e como esses signos a escolha e a ordem desses signos influem na criação de valores.

Objetivamente, falando de edição e trilha, o exemplo dado por Anderson Costa foram três trailers do filme “The Shining” (1980) (“O Ilumindado”), de Stanley Kubrick. Consegui achá-los na internet, compare os três e tente achar as diferenças:

20
maio
09

Nossa estréia no Portal MTv

Comecei ontem a publicar no Portal MTv. A seção “Recovering” deu uma evoluída e gerou o Cover Blog. O Assunto tratado será o mesmo, e a seção “Recovering” continua por aqui, toda segunda-feira. Lá o objetivo é o mesmo, falar de plágios, samplers e covers,vamos ver como vai se desenvolver, por que, aqui no ANDaR!, eu já estou em casa. Aqui nos vemos quase diariamente (preciso me organizar melhor) com a seção Recovering às segudundas-feiras, e no COVER BLOG de segunda e quinta. Clique na imagem, e faça uma visita, deixe lá sua sugestão ou comentário. O endereço é http://mtv.uol.com.br/coverblog/blog. Vamos nos esbarrando pelo caminho. Abraços, anonimamente Raphael Bispo.

coverblog

28
abr
09

Tirando o atraso – sem vergonha ou pudor

As semelhanças de Iggy Pop e Jet ou (“Com quantos plágios se faz um hit?” #2)

Essa veio por indicação, e com um exclamação! Foi bem na lata

“Você já ouviu o plágio do Jet?”

“Não”

“Eles plagiaram muito o Iggy Pop”

“Sério? – O mundo sabe disso?”

“Acho que não”

Mentira(s)!

1 – Se você já ouviu Jet, já ouviu o suposto plágio. Ele está simplesmente no primeiro sucesso da banda australiana, quiça o único sucesso mundial do grupo. Sem saber que era plágio já tinha ouvido.

2 – Plágio, provado ou não, pelo menos um interessado já teve ter notado a semelhança. É que Iggy Pop é parceiro dos australianos. Minha hipótese é que ele tenha conhecido a banda graças a este plágio e levou de boa, como se o louco do “Mr. Não tenho limites” se importasse com alguma coisa. Ele está sempre viajando, como todo mundo sabe.

Fato(s)!

“Are you gonna be my girl” tem uma batida comovente e não dá para escutar sem ao menos bater o pé, mantenho a ambientação em um bom Garage Rock. E por ser traços muito marcantes a semelhança “Lust for life” é evidente.

O velho Iggy Pop é uma versão (qualquer coisa) louca de James Newell Osterberg (seu nome verdadeiro), uma criança tímida e introvertida.

“Fazemos essas coisas juntos. Porque o Iggy sabe de muitas coisas. Uma coisa do Iggy é que ele banca a vida do Jim. Tenho a responsabilidade de um imenso passado para manter, redimir e, de certa forma, mudar de rumo. Aí tem humildade. Você precisa cair na real – “Olha, nem sempre tive esta casa”. Nem sempre fui tão perspicaz. E esta não é a parte favorita da minha vida. Preferiria muito mais ser como uma moeda novinha e que todo mundo adora. Mas esse não é o meu destino.” [Entrevista na  RS 10/Julho de 2007]

É tudo muito parecido, tirando a linha do vocal. A diferença está principalmente nas datas de lançamento.  “Lust for life” é a faixa que dá nome ao segundo LP solo de Iggy Pop, que antes foi vocalista dos Stooges, foi lançado em 1977 e produzido por ninguém menos que David Bowie. Mais de 25 anos depois, chega às lojas o primeiro CD dos australianos do Jet, que segundo muita gente, estava chegando para revitalizar o bom e velho Rock n’ Roll. E eles fizeram isso quase que literalmente, ou como melhor você entender. Se é que o 60 anos de Iggy Pop precisam de mais vitalidade –  sanidade talvez.

Para não me alongar… [Explicações!]

1 – Este post era para ter vindo em um segunda (hoje é uma terça), na verdade na segunda da semana passada.

2 – Relutei muito para não colocar os vídeo, me pediram para não sobre carregar a página. Mas estes valem à pena, quase literalmente como você entende.

3 – Relutei muito para não colocar o vídeo do Iggy Pop e sua calça transparente, mas por mais sarcasmático que a evidência demonstra, é um boa ilustração.

4 – Parceiros, ou não, eles gravaram uma música juntos e, olha só, um cover: Foi uma homenagem aos 50 anos de um marco para o rock australiano. A música é “Wild One” de Johnny O’keefe (1935 – 78) – conterrâneo do Jet. A data de lançamento deste single – 5 de Julho de 1958 – é considerada o aniversário do Rock n’ Roll australiano. A versão de 2008 você confere logo abaixo.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

more about “Jet and Iggy Pop – Wild One“, posted with vodpod

5 –  Outros vídeos vc encontra na barra lateral do blog ou na minha página do Vodpod.

30
mar
09

Revoir Monsieur Gainsbourg

Há tempos, eu prometi um cover de classe. Aqui está.

Com certeza, sua mãe, sua avó, ou sua tia, gostam de Monsieur Gainsbour e você tem a oportunidade de ouví-lo nas versões de Franz Ferdinand, Cat Power, Portishead, Placebo e Carla Bruni.

Gainsbour foi compositor, cantor, ator e diretor. Era francês. Escreveu músicas, por exemplo, para Brigitte Bardot, com quem teve um romance, mas ela recusou seu maior sucesso – Je t’aime moi non plus.

Com Monsieur Gainsbourg Revisited, artistas gravam versões em inglês para as músicas de Serge Gainsbourg. E de bônus, a participação de Jane Birkin, ex-esposa de Gainsbourg, já na primeira faixa – A Song For Sorry Angel – com Franz Ferdinand.

Je t’aime moi non plus, que também virou filme em 76, sofreu retalhações da BBC e do Vaticano, mas ainda assim chegou ao topo das paradas inglesas em 69. Em 2005, alguns artistas fizaram uma homenagem ao artista que morreu em 2 de março de 1991.

Obviamente, Brigitte Bardot não previa tanto sucesso, na verdade, temia o escândalo que a canção poderia causar. Mas a música foi gravada por Jane Birkin (atriz inglesa), assim Serge Gainsbourd trocou também seu amor francês, pelos sussuros despejados na canção por Birkin, que já tinha estrelado outro escândalo com as cenas em que aparece nua em Blow Up (1966), de Antonioni.

Logo abaixo está a versão com Cat Power e Karen Elson – I LOVE YOU (ME EITHER). Depois dele o original: Serje e Jane cantam JE T’AIME… MOI NON PLUS.

Você pode ouvir todas as músicas do disco aqui.

Track List:

  1. “A Song for Sorry Angel” – Franz Ferdinand & Jane Birkin
  2. “I Love You (Me Neither)” (“Je t’aime… moi non plus”) – Cat Power & Karen Elson
  3. “I Just Came to Tell You I’m Going” (“Je suis venu te dire que je m’en vais”) – Jarvis Cocker & Kid Loco
  4. “Requiem for Anna” – Portishead
  5. “Requiem for a Jerk” (“Requiem pour un con”) – Faultline, Brian Molko, & Françoise Hardy
  6. “L’Hotel” – Michael Stipe
  7. “Au Revoir Emmanuel” – Tricky
  8. “Lola R. For Ever” – Marianne Faithfull & Sly and Robbie
  9. “Boomerang 2005” – Gonzales, Feist & Dani
  10. “Boy Toy” – Marc Almond and Trash Palace
  11. “The Ballad of Melody Nelson” – Placebo
  12. “Just a Man With a Job” – The Rakes
  13. “I Call it Art” – The Kills
  14. “Those Little Things” – Carla Bruni
  15. “The Ballad Of Bonnie And Clyde” – James Iha & Kazu Makino (U.S. release bonus track)
  16. “Angel’s Fall” – Nina Persson & Nathan Larson (U.S. release bonus track)



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