16
abr
09

A Música e a Internet #4 – Futuro com presente?

Amanhã, sai o resultado do julgamento do Pirate Bay. O site que disponibiliza torrents e o compartilhamento de 700-044049arquivos. Seus fundadores estão sendo jugados na acausação de “promover a infração de downloads ilegair, por outras pessoas, burlando a lei de direitos autorais”. O assunto já foi discutido em posts anteriores, mas o que eu mias vi nestas últimas semanas foi o download gratuito de novos singles disponibilizados pelos próprios artistas ou gravadoras.

Acho que até perdi a conta, foi pelo menos um por semana, neste último mês. Acabo achar o novo single do Moby – Shot in the Back of the Head. Esta semana, baixei a nova da Dave Matthews Band – “Funny The Way It Is”. Semana passada, trouxe para a mimha , depois de responder questionário, o single do Cérebro Eletrônico – “Marcha de Núpcias do Carnaval”. Antes ainda consegui Bob Dylan, Marilyn Manson e tentei baixar uma do Prince.

O fato é que os artistas estão mostrando como usar a Internet a seu favor. A estratégia principal é divulgar, dando uma prévia do que você pode adquirir com o disco e na mesma página um botão para compra antecipada do disco, fazer uma reserva da versão física ou digital do álbum, já que lançar os produtos em diveros formatos com diversos bônus também é tendência.

Definitivamente, a internet não é inimiga da música. Uma das defesas dos acusados é que não ganham nenhum lucro ao permitir a troca de torrents entre os usuários do site, e que não amazenam nenhum arquivo ilegal em seus servidores. Outro argumento é que não há prova real de que são os downloads que diminuíram a receita das gravadoras. Eu acho que as empresas devem buscar alternativas se ainda quiserem vender. O veredito da corte sueca sai amanhã.

Veja a série “A Música e a Internet”

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2 Responses to “A Música e a Internet #4 – Futuro com presente?”


  1. 16/abril/2009 às 3:30 pm

    quando é fornecido pelo proprio artista ou gravadora, tudo bem, o problema está justamente na divulgação e distribuição sem autorização devida….

  2. 16/abril/2009 às 3:35 pm

    Eu acho que isso tud é resultado justamente da existência da pirataria. Novas tecnologias movimentam a tansformação desde a pré-história e semrpe haverão os prejudicados que irão se opor. Nesse caso, são as gravadoras, que sinceramente, não souberam inicialmente como lidar com a questão, depois preferiram apenas espernear. São milionárias. Não é o artista o prejudicado. E quem ganha é o consumidor.

    Por mim, quanto mais liberado melhor.


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