Arquivo para novembro \25\UTC 2008

25
nov
08

Chinese Democracy – Poucas vezes um trocadilho faz tanto sentido

 

 

Em 24 de novembro de 2008,o jornal chinês Global Times, impresso em inglês e publicado pelo Partido Comunista da China, estampou notícia criticando o disco e seu nome, que considera um ataque às instituições da nação, e o chama de ‘maligno’ e um ‘plano para desestabilizar as instituições chinesas’.

 

 

            Os fãs do Guns n’ Roses na China não conseguiram baixar o novo nesta segunda-feira o álbum “Chinese Democracy” – o primeiro da banda em 17 anos -, que aparentemente é a mais nova vítima da censura por causa de seu título provocador. A faixa título faz críticas ao governo chinês. “Chinese Democracy”, a música, cita o grupo budista Falun Gong, tornado ilegal pelos chineses há quase uma década.

            O país asiático já tomou medidas de censura contra músicas anteriormente: no último mês de agosto, durante as Olimpíadas de Pequim, o Governo do país bloqueou o acesso ao disco Songs For Tibet no iTunes, que reuniu músicas de 17 artistas a favor da independência do Tibete, que vive sob domínio dos chineses há 58 anos. Em março, o Governo chegou a afirmar que ia intensificar a fiscalização sobre shows de artistas estrangeiros no país, depois de Björk gritar “Tibet!” ao final da música “Declare Independence”, em uma apresentação em Xangai. Dias depois, desmentiu a declaração.

            Apesar de não estar disponível nas lojas do país, o álbum podia ser ouvido na íntegra no MySpace – no momento, apenas trechos de seis faixas estão disponíveis para audição na página.

            Ás 14h22, o portal terra divulgou que o site oficial do disco fora bloqueado na China. “O site oficial Chinese Democracy Dot Com teve o acesso bloqueado, enquanto a principal ferramenta de busca do país, o Bauidu.com, também negava acesso a qualquer pesquisa sobre ‘Chinese Democracy’. O ministério da Cultura chinês, por outro lado, parecia desinformado acerca do interesse gerado pela volta do Guns n’ Roses ao cenário musical no Ocidente. ‘É a primeira vez que ouvimos falar disso”, admitiu uma porta-voz sobre o álbum. “Eu não sei se foi proibido. Isso pode ser apenas rumores’, estimou.”

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18
nov
08

RockWalk Brasil – A Calçada da Fama (intinerante) do Rock Brasileiro

Essa não poderia ficar de fora: A calçada da fama do rock brasileiro, tudo a ver com este site.

RockWalk Brasil

É uma versão brasileira da RockWalk que fica em Hollywood, com marcas em baixo relevo das mãos, autógrafos e mensagens das lendas da músicas escolhidas para a homenagem.

A RockWalk, que começou em 1985, está localizada na Sunset Boulevard e tem nomes como  John Lennon, Elvis Presley, Chuck Berry e Little Richard, entre outras lendas. A versão brasileira traz algo novo, é intinerante, pretende passar por 15 shoppings/locações por ano. Levando a todo o Brasil o material das “lendas do rock brasileiro”.

O primeiro homenageado foi Kiko Zambianchi, em 16/05/2008. Além da assinatura Zambianchi deu a jaqueta usada na capa de seu disco “Era das Flores”, lançado em 89 pela EMI. 

Os outros memorados foram na ordem: Ultraje a Rigor, Lobão, Guilherme Arantes, Mutantes (nova formação), Shaman, Jota Quest, Arnaldo Baptista, Pepeu Gomes, Fernanda Abreu, Serguei, Jarry Adriani, Charlie Brown Jr., O Rappa, Sepultura, Ronnie Von, Nelson Motta, Paulo Ricardo, Cauby Peixoto, Eduardo Araujo, Luiz Calanca, Roupa Nova, Inocentes e Dr. Sin. Temos também os alemães do Scorpions.

O juri conta com a presidência de Márcio Mota e mais outros oito convidados no conselho, a maioria produtores, alguns já estão até marcados na RockWalk Brasil. Outros homenageados também podem fazer indicações. 

Por enquanto, a exposição está no Shopping Santana, em São Paulo.

14
nov
08

Latin Grammy ’08 – Brincar de Ser Feliz

latin

A noite do Grammy Latino não prometia. Mas, não sei se por sorte ou azar, vai dar o que falar!

Pelo primeiro ano, o Grammy teve uma edição apresentada fora dos Estados Unidos. O Grammy Latino (Latin Grammy) ganhou uma edição paralela aqui no Brasil, talvez ensaio de uma emancipação. E pelo exibido,  muitos ensaios serão necessários, ou, podemos dizer, deveríamos ter ensaiado muito mais.

Muitas coisas estavam longe de dar certo. A começar da abertura (para não citar o tapete vermelho apresentado por integrantes do CQC): A companhia de dança de Deborah Colker fez uma apresentação apagada. Com trilha de Andreas Kisser, a coreogtrafia não conseguiu chamar atenção, pelo menos para quem assistia pela TV, a imensa roda em estrutura de metal, figura principal da interação dos bailarinos, estava praticamente escondida, muito atrás no palco.

Os apresentadores-anfitriões eram Daniella Cicerelli e Marcelo Tas. Cicarelli parecia perdida diante de tanta formalidade, o que não lembrava em nada os temps de premiação na MTV. Tas tentava salvar alguma coisa, lembrando as apresentações do CQC. Faltava sincronia entre Tas e Cicarelli, mas não sejamos injustos, faltava sintonia em todo o resto, a técnica, a transmissão, o diálogo entre São Paulo e Houston (onde acontecia o Latin Grammy), estava um pouco bagunçado, pelo menos, até o 4° bloco.

Eu explico: o primeiro prêmio referia-se ao melhor albúm de samba/pagode, enquanto Beth Carvalho era anunciada vencedora, nos mostraram uma vinheta do Paulinho da Viola. E, isso era só o começo. Entre patacoadas de erros de sincronia, e de roteiro, troca de cenário, entradas (sem graça) de humoristas do CQC…, entraram, no quarto bloco, as Irmãs Galvão para salvar o show: as duas senhoras trouxeram  o humor e a descontração que o prêmio brasileiro precisava. Com piadas não-ensaiadas, anunciaram os indicados, e, depois, também fugindo do script, o vencedor (errado), deram o envelope errado para as Galvão, o que (fora do controle da dupla) fez, por algumas partes de segundo, dar o prêmio de “Melhor Albúm de Música Tradicional Regional ou de Raízes Brasileiras” para Seu Jorge, que não era indicado nesta categoria. Mas, as irmãs corrigiram com espontaneidade. Foram o extremo da festa, o pico e a depressão. No ponto alto, trazendo ritmo, descontração e simpatia. No ponto baixo, quando não existe nada pior em uma premiação, do que chamar o vencedor errado, sinônimo de falta de organização.

(continua…)

VEJA QUEM GANHOU LATIN GRAMMY 2008

Vencedores:

(categorias brasileiras)

Melhor Álbum de Samba/Pagode: “Canta o Samba da Bahia Ao Vivo”, Beth Carvalho

Melhor Álbum Pop Contemporâneo Brasileiro: “Sim”, Vanessa da Mata

Melhor Álbum de Rock Brasileiro: “Cidade cinza”, CPM 22

Melhor Álbum de Música Tradicional Regional ou de Raízes Brasileiras: “Grandes clássicos sertanejos acústico I”, Chitãozinho e Xororó

Melhor Álbum de Música Contemporânea Regional ou de Raízes Brasileiras: “Qual o assunto que mais lhe interessa?”, Elba Ramalho

Melhor Álbum de Música Romântica: “Acústico II – Vol. 1”, Bruno & Marrone

Melhor Álbum de Música Popular Brasileira: “América Brasil, o disco”, Seu Jorge

Melhor Canção Brasileira: “Som da chuva”, Marco Moraes e Soraya Moraes

 

(categorias gerais)

Álbum do Ano: “La vida… es um ratico”, Juanes

Revelação: Kany García

Melhor Álbum Vocal Masculino: “La vida… es um ratico”, Juanes

Melhor Álbum Pop para Duplas ou Grupo Vocal: ”Fantasia pop”, Belanova

Melhor Vídeo Musical versão curta: “Me enamora”, Juanes

Melhor Vídeo Musical versão longa: “MTV Unplugged”, Julieta Venegas

Melhor Álbum de Música Cristã – Língua espanhola: “Tengo sed de ti”, Soraya Moraes

Melhor Álbum de Música Cristã -Língua portuguesa: “Som da Chuva”, Soraya Moraes

Melhor Álbum Instrumental: “Orquesta filarmónica de Bogotá – 40 Años”, de Orquesta Filarmônica de Bogotá

Melhor Álbum de Música Folclórica: “Caballo!”, de Cholo Valderrama

Melhor Álbum de Tango: “Buenos Aires, días y noches de tango”, produzido por Andrés Mayo

Melhor Álbum de Música Flamenca: “Una guitarra en Granada”, de Juan Habichuela

Melhor Obra/Composição Clássica Contemporânea: “Concierto del Sol”, de Carlos José Castro

Melhor Projeto Gráfico: “Buenos Aires, días y noches de tango”

Melhor Álbum Tropical Tradicional: “90 millas”, de Gloria Estefan

Produtor do Ano: Sergio George

Melhor Engenharia de Gravação para um Álbum: “Dentro do mar tem rio – Ao Vivo” (Maria Bethânia), de Moogie Canazio e Luiz Tornaghi

Melhor Álbum de Rock Vocal – Dupla ou Grupo: “Eternamiente”, de Molotov

Melhor Canção Alternativa: “Volver a comenzar”, de Café Tacvba

Melhor Álbum de Rock Vocal solo: “La lengua popular”, de Andrés Calamaro.

Melhor Álbum de Jazz Latino: “Afro Bop Alliance”, de Caribbean Jazz Project Featuring Dave Samuels

Melhor Álbum Infantil Latino: “El heredero”, de Miguelito

Melhor Álbum de Música Clássica: “Pasión española”, de Plácido Domingo

Melhor Obra/Composição Clássica Contemporânea: empate entre “Concierto del Sol”, de Carlos José Castro, e “Tahhiyya li ossoulina”, de Sérgio Assad

Melhor Álbum Pop para duplas ou grupo vocal: “Fantasía Pop”, Belanova

Melhor Álbum de Música “Urban”: “Los extraterrestres”, de Wisin e Yandel

Melhor Álbum de Música Alternativa: “MTV Unplugged”, Julieta Venegas

Melhor Álbum de Salsa: “El cantante”, de Marc Anthony

Melhor Álbum de Cumbia/Vallenato: “Sólo clásicos”, de Peter Manjarrés, Emiliano Zuleta e Sergio Luis

Melhor Álbum Cantor Campositor: “Rodolfo”, Fito Paez

Melhor Álbum de Música Ranchera: “Para siempre”, Vicente Fernández

Melhor Álbum de Música Banda: “Ayer, hoy y siempre”, de Los horóscopos de Durango

 

 

 

 

11
nov
08

Kaiser Chiefs gravam clip em São Paulo

A vinda dos ingleses para terras brasileiras, e especificamente paulistanas, não se resumirá a tocar no festival Planeta Terra. O grupo anuncia a gravação de “Good Days Bad Days”. O clip contará com a direção de Alex Courtes, de  “Seven Nation Army” – White Stripes – e “Elevation” – U2.

“We’re excited to see how that turns out” é o que dizem no site oficial.

07
nov
08

Lançamentos e Promessas para novembro

Com uma semana de atraso, pelos meus planos, mas ainda a tempo, vem aqui agora os lançamentos esperados para o mês de novembro. O problema é que parte o material não tem previsão de distribuição para o Brasil.

 

11 de novembro

 

Gnarls Barkley

 

A dupla que fez sucesso com o single “Crazy” divulgou o lançamento de um EP. O projeto trará quatro versões diferentes de “Who’s Gonna Save My Soul”, primeiro sucesso do segudo disco “The Odd Couple”, lançado em março; e ainda uma música inédita, “Mystery Man”, e uma versão ao vivo de “Neighbors”, gravada em Athens, Geórgia. O EP, ainda sem nome, não tem data de lançamento em terras brasileiras.

 

14 de novembro

 

The Fireman (Paul McCartney)

 

O projeto de música eletrônica é uma idealização do ex-beatle e do produtor Martin Youth Glover. ‘Electronic Argument’  é o terceiro álbum, e já tem seu primeiro single, ‘Nothing Too Much Just Out of Sigh . Para quem se interessar os outros dois discos são “Strawberries Oceans Ships Forest”(1993) e “Rushes”(1998).

 

 

17 de novembro

 

Stereophonics

 

Neste dia será lançado “Decade In The Sun: The Best Of Stereophonics“, uma coletânea da banda galesa. Além dos grandes sucessos do grupo, a coletânea incluirá duas faixas inéditas, “You’re My Star” e “My Own Worst Enemy”.

 

23 de novembro

 

Guns’n’Roses (ganhará post especial)

 

R.E.M.

 

Mais uma coletânea: a banda, que faz shows este mês no Brasil (Porto Alegre (6), Rio de Janeiro (8) e São Paulo (10 e 11)), relança Murmur, seu primeiro álbum. 25 anos depois, Murmur ganhará versão remasterizada e CD bônus, faixas ao vivo gravadas em Toronto, Canadá. Previsão de lançamento, por enquanto, apenas para a Inglaterra.

 

25 de novembro

 

The Killers

 

“Day & Age” é um os grandes esperados do mês. O disco foi produzido por Stuart Price, também é conhecido por Jacques Le Cont, responsável por “Confessions on a Dance Floor“, da Madonna. O produtor também já tinha feito um remix de “Mr. Brightside”, do primeiro álbum da banda. O single Human já é tocado nas rádios brasileiras.

 

 

 

 

Kanye West

 

O álbum contará com onze faixas, dez foram apresentadas para a imprensa no mês de outubro, aqui no Brasil. “Fiz só dez ou doze canções. Não faço bônus track, e sim músicas de verdade. Prefiro trabalhar com conceitos fortes e ficar aperfeiçoando-os por muito tempo”, disse o rapper, que neste disco não rima mais. Isso mesmo, quem assistiu a prévia do álbum diz que Kanye West não rima mais como antes, agora ele canta em quase todas as faixas, o hip-hop talvez só seja ouvido em uma faixa, o que ainda carrega-se para as outras músicas serão as batidas e sintetizadores. O primeiro single é Love Lockdown. Desde 25 de setembro estão disponíveis no blog de Kanye West trechos da música para serem remixadas pelos fãs.

 




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