Posts Categorizados ‘internet

20
set
09

Este (ainda) não é um post pago

Que já passou por este blog mais de uma vez, deve ter percebido que eu já debati mais de uma vez a questão da distribuição de músicas pela internet.

Semana passada, mais uma alternativa foi lançada e por acaso eu fui/sou um pioneiro.

11 de setembro – TERRORIST!?

É este o nome do novo albúm da banda  Jumbo Elétrico e previa mudanças.

bannerRB

O disco está sendo vendido a preços populares de acordo com a qualidade do arquivo digital. O menor preço é o MP3 128kbps que é gratuito; a versão mais cara é a física: R$ 11,90 + frete, comprando o CD você ganha uma versão MP3 e concorre a ingressos para o lançamento.

Quanto me pagaram e onde está a novidade?

Na verdade, ainda não me pagaram nada e é você que decide e contribui para quanto eu vou receber.

Para os menos atentos no menu ao lado tem um banner “COMPRE O DISCO TERRORIST!? DO JUMBO ELÉTRICO EM MINHA LOJA“.

A banda nos permite montar uma loja virtual e ganha uma porcentagem por cada venda. Se você comprar qualquer versão – R$ 2 – 3,50 – 5 – 11,90 – do disco aqui, eu estarei ganhando meus centavos.

Mas você também pode estar ganhando e abrir uma loja concorrente.

Eu fui o primeiro. Amanhã tem entrevista minha no caderno LINK, do Estadão. Veja a matéria aqui.

Se você não quiser ajudar, tudo certo. Mas não faça besteira, não quer gastar com música que você pode baixar de graça, tudo certo. Mas faça isso de forma legal, já que a banda também disponibiliza a versão gratuita do seu trabalho.

05
mai
09

+1 entre zeros e uns (e outros números) #2

1/2 ano de blog, 100 posts e um pouco de orgulho. [about me and you]

binario
Foi assim que começou “+1 entre zeros e uns (e outros números)” – o primeiro post. Era uma simples atividadde para a faculdade, fazer um artigo. Resolvi que faria um artigo, e colocaria minha opinião para que outros opinassem, ninguém leria mesmo. O título do artigo(post) falava sobre “zeros e uns” tentando trazer o vínculo da informática, da internet e dos blogs, naquele momento me juntava as estatísticas binárias; o resto do texto é sobre a eleição dos 100 maiores músicos brasileiros pela Rolling Stone. Resolvi colocar num blog e depois mantê-lo.

No começo, o blog falaria sobre cultura pop aplicada ao cotidiano, este ainda é o objetivo, mas a cada dia ele fala mais sobre música – Já pediram para eu trocar o nome “ANDaR!” por “Ouvir”. O nome do blog é a sigla de “Anônimo Descobrindo a Rotina!”, e tem algo mais rotineiro que ouvir tanto música, quanto barulho, desejável ou indesejável? Mesmo sendo este o assunto principal, eu ainda não estou totalmente preso a ele, mas ele está preso em mim.

Foi tomando este rumo desde a minha primeira resenha postada, assim que vazou o disco do “Little Joy – antes do esperado, não prematuro“. Era mais uma atividade universitária. Gostei do resultado. Muitos dos primeiros posts me agradam bastante, porém depois de uma denúncia iriamos para outras veredas e resume bastante a trajetória deste blog.

Era o possível plágio do NX Zero e a pergunta “Com quantos plágios se faz um hit?” rendeu uma série de posts e duas categorias do blog – as que eu mais respeito nele. Depois do esclarecimento -”Entre o cover e o plágio: Onde estão as influências?“, um perfil de Rick Bonadio que era para ter sido como uma crônica – “Rick Bonadio – Para transformar em ouro“. Depois disso resolvi que gostava de falar sobre o plágios e covers e escrever sobre pessoas e seus perfis. Então, criei as categorias Recovering e Nominando.

Por falta de tempo e inspiração (quase que literalmente), o blog caiu em produtividade e qualidade. Até que o Veloso me fez sacudir a poeira – “Caetano – Para (re)fazer isso funcionar direito“. Um belo perfil do cantor e uma boa volta para a blogueiragem. Na Recovering, um post de classe sobre um disco de covers de classe de um senhor de classe e essas redundâncias típicas da categoria – “Revoir Monsieur Gainsbourg“.

Com tanta música na internet, fiz uma série sobre isso. Discutir “A Música e a Internet” é o presságio de 4 posts. O destaque vai para “A Música e a Internet #3 – Conspirações” inspirado por um vinil do Roberto Carlos.

Voltando aos plágios e coisas semelhantes chegou “Tirando o atraso – sem vergonha ou pudor” sobre a parceria entre Jet e Iggy Pop.

Este é o centésimo post, mais um entre zeros e uns, que foi veio depois do “About the Old Folks” e antes do “About the Young Folks”. Este é “about our own style” e eu me importo com todo o resto.

É sempre um prazer,

Anônimo (Raphael Bispo)

E para quem interessar fica aqui a lista de 9 dos 99 posts que me trouxeram aqui e o orgulhinho :

+1 entre zeros e uns (e outros números)andar

Little Joy – Antes do esperado, não prematuro

Com quantos plágios se faz um hit?

Entre o cover e o plágio: Onde estão as influências?

Rick Bonadio – Para transformar em ouro

Caetano – Para (re)fazer isso funcionar direito

Revoir Monsieur Gainsbourg

A Música e a Internet #3 – Conspirações

Tirando o atraso – sem vergonha ou pudor

27
abr
09

Autistas também se divertem

Jogos clássicos de dia de chuva e sol para quem não sai da frente do computador.

mrbean

Por um ou qualquer motivo, sempre tem aquela vez que a turma não quer sair de casa. É ai que recorremos as caixas empoeiradas de jogos de tabuleiro, ou a jogos caseiros. Mas hoje, a dica vai para quem não tem esses jogos em casa ou não tem amigos.

Da categoria de jogos descrita, dos mais clássicos temos o Imagem & Ação ou a mímica livre. Não precisamos de mais descrições por serem jogos tão populares. E de tão populares acabarão migrando para a rede. Para quem tem amigos nerds ou descolados que gostam de mímica e não querem sair de casa, dá para promover o jogo pela com câmeras como numa teleconferência ou uma trasmissão simples na Justin.tv. Mas se for fazer isso, por favor feche a porta do quarto para não ser encontrado em uma situação bizarra.

Se você está sozinho e quer se entreter, tem uma versão genérica. Fazendo mímica por meio de desenhos. O site é o Isketch.net. Divididos em salas por tema e idioma, a adivinhação acontece por desenhos. Não precisa ter muito talento com o mouse é só ter um pouco de humor e paciência.

Outro jogo que você encontra pela internet é o “Stop”. Aquele que você tem escrever o nome de coisas iniciadas por uma letra pré-definida. É a mesma coisa. Você pode criar salas fechadas ou públicas, escolher quantas pessoas podem participar na sua sala, as categorias de palavaras e o número de rodadas. As letras são geradas aleatóriamente pelo site. Para jogar acesse: www.stopots.com.br.

Pode ser quem em breve criem uma versão digital para Twister. Será?

iphone_twister

Twister para iPhone?

16
abr
09

A Música e a Internet #4 – Futuro com presente?

Amanhã, sai o resultado do julgamento do Pirate Bay. O site que disponibiliza torrents e o compartilhamento de 700-044049arquivos. Seus fundadores estão sendo jugados na acausação de “promover a infração de downloads ilegair, por outras pessoas, burlando a lei de direitos autorais”. O assunto já foi discutido em posts anteriores, mas o que eu mias vi nestas últimas semanas foi o download gratuito de novos singles disponibilizados pelos próprios artistas ou gravadoras.

Acho que até perdi a conta, foi pelo menos um por semana, neste último mês. Acabo achar o novo single do Moby – Shot in the Back of the Head. Esta semana, baixei a nova da Dave Matthews Band – “Funny The Way It Is”. Semana passada, trouxe para a mimha , depois de responder questionário, o single do Cérebro Eletrônico – “Marcha de Núpcias do Carnaval”. Antes ainda consegui Bob Dylan, Marilyn Manson e tentei baixar uma do Prince.

O fato é que os artistas estão mostrando como usar a Internet a seu favor. A estratégia principal é divulgar, dando uma prévia do que você pode adquirir com o disco e na mesma página um botão para compra antecipada do disco, fazer uma reserva da versão física ou digital do álbum, já que lançar os produtos em diveros formatos com diversos bônus também é tendência.

Definitivamente, a internet não é inimiga da música. Uma das defesas dos acusados é que não ganham nenhum lucro ao permitir a troca de torrents entre os usuários do site, e que não amazenam nenhum arquivo ilegal em seus servidores. Outro argumento é que não há prova real de que são os downloads que diminuíram a receita das gravadoras. Eu acho que as empresas devem buscar alternativas se ainda quiserem vender. O veredito da corte sueca sai amanhã.

Veja a série “A Música e a Internet”

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A Música e a Internet

A Música e a Internet #2 – O Fim da Comunidade Discografias

A Música e a Internet #3 – Conspirações

20
mar
09

Nominando – Marcelo Tas

Uns ícones de alguma geração.

Não é difícil buscar na memória imagens de Marcelo Tas, o grande âncora do CQC,

ilustração: carlinhos/fonte: marcelotas.uol.com.br

ilustração: carlinhos/fonte: marcelotas.uol.com.br

distribui ironia, sarcasmo e sinceridade em suas informações, mas não fica preso à TV, e para levar mais a fundo essa idéia, a que Marcelo Tas fica preso? Não sei.

Mantendo o premiado Blog do Tas e um dos maiores públicos do Twitter, ele acaba de sair na The Wall Street Journal. O jornal – nas palavras de Tas, “a bíblia do mercado mundial” – destacava sua popularidade e sua credibilidade tamanhas, a ponto de ser contratado pela Telefonica para promover um novo serviço, o Xtreme serviço de banda ultra-larga. Evitando extremos, Tas é um dos mais interagidos brasileiros, antenado em muita informação e esbajando opinião, diz que não foi contratado com obrigações de falar bem do produto.

É interessante lembrar que não é de hoje que temos Marcelo Tas, ou é? Quem tem a idade perto dos vinte anos, um pouco mais ou um pouco menos, tem o cara no sangue. Provavelmente, seus pais assistiam o repórter Ernesto Varella, um pouco antes de você nascer, ou com você no colo. O repórter que ironizava os políticos tirava muita gente do sério, arrancava os risos de outros e a reflexão de alguns.

Quando nascemos, estava lá: Professor Tibúrcio (Rá-Tim-Bum) e o Telekid (Castelo Rá-Tim-Bum) para reponder nossas perguntas. Por que não? Isso sem citar outros porfessores e programas educativos que contaram com Tas como ator, roteirista ou diretor, ou tudo junto.

Hoje na Tv e internet, Tas continua sendo dos personagens mais presentes na vida desta geração, seja para rir, seja para informar, seja para indicar qualquer outra coisa. Marcelo Tas com 49 anos, meio século até o final do ano, fez parte de muitas vidas, dando vida a tantas outras, ou sendo ele mesmo. Quem é ele para você?

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ilustração: selphie/fonte: marcelotas.uol.com.br

Marcelo Tas tem pelo menos 33 prêmios e formas de reconhecimento do seu trabalho. sobretudo nas áreas de tecnologia e comunicação.

18
mar
09

A Música e a Internet #3 – Conspirações

Muitas coisas, muitas vezes, parecem inevitáveis. Há coisas que fogem do nosso controle, como a modernidade. Os passos da humanidade não estão em nossas mãos, não todos. As coisas (in)felizmente simpresmente acontecem.

Quando se pensou que a digitalização traria tantas controvérsias? O futuro chegou as nossas mão no começo da década, mas algo fugiu do controle. Hoje é muito fácil encontrar qualquer um com qualquer música em qualquer reprodutor de MP3. A facilidade de tê-las sempre ao alcance é mágica, principalmente ao compararmos com os métodos antigos de se fazer ouvir música. Não vou fazer regressões muito distantes, mas o que dizer da mágica dos vinis. Música é mágica.

[Para ler ouvindo - dê o play no vídeo]

Hoje, fui em uma república e acabei por ouvir um vinil do Robertão. Nunca fui fã deste cara, mas a vitrola -  que era moderninha até, tinha menos de vinte anos – e o ruído da agulha no disco, aliadas a música proporcionam belas imagens. Mas não dá para sair carregando uma aparelho gigante para todos os lados, nem andar com estojos de vinis. Mas precisamos do sentimento da música, ou de distração, ou de entreterimento, ou de um bom sono, e vinte anos depois da fabricação daquela coisa sublime modernamente antiga, odemos ter tudo carregando algumas gramas e poucos centímetros. Na biblioteca, o infinito.

A internet é um infinito de possibilidades, a música que me diga. Está tudo lá. Tá difícil de encontrar? Procuro tudo organizado na comunidade “Discografias” do Orkut. Ou melhor, e pior, procurava (passado). Neste último domingo, ela acabou. E o nosso índice/catálogo se foi. Uma batalha “vencida” pela APCM (Anti-Pirataria de Cinema e Música).

A comunidade foi criada em 2005, tinha mais de 900 mil membros e mais de 1 milhão de usuários. Trazia links para downloads bem organizados alfabeticamente pelo nome do artista. Era um dos melhores métodos de encontrar raridades perdidas pelo ciberespaço. Para os inimigos podia para ser um ultraje, mas como os moderadores da comunidade disseram “Não é com o fechamento desta comunidade e outras equivalentes que as gravadoras irão aumentar seus lucros”. Primeiro, porque os arquivos continuam na rede, talvez com acesso mias difícil de encontrar, e os menos raros, os populares, nem tanto, são milhares de links desses. Depois de tantos outros argumentos, música na internet é um caminho sem volta, foge ao controle do mundo real e virtual.

Como, por enquanto, este paradigma não tem fim, os embates permancem com contrapartida também de artistas que querem sim que suas mpusicas sejam disponibilizadas na internet. Contra APCM, RIAA (Recording Industry Association of America) e similares a “The Featured Artists Coalition”, uma associação de artistas que estão na contra-mão das gravadoras que estão na contra mão do mundo. O cantor Billy Bragg resume:

“‘a indústria musical não pode seguir por esse caminho’ com medidas protecionistas que equivalem ‘a colocar a pasta de dente de volta no tubo’”[trecho retirado da Folha online]

Até que se chegue a um consenso, ficaremos neste jogo de palavras, frases, expressões e argumantos repetidos e repetitivos. Nesta hora, é algo que foge ao nosso controle. Recorreremos a ferramentas de buscas, um infinito de possibilidades, não só em audio. “Eu te darei o céu meu bem, mas o meu amor também”

conspiração

cons.pi.ra.ção
sf (lat conspiratione) 1 Ato de conspirar. 2 Plano formado secretamente entre muitos contra os poderes públicos. 3 Conluio, maquinação, trama. 4 Concorrência de vários meios para o mesmo fim. Conspiração do silêncio: acordo tácito para não se falar sobre determinado assunto. [Dicionário Michaelis Online]

Quanto tempo eu vivi a procurar
Por você, meu bem
Até lhe encontrar
Mas se você pensar em me deixar
Farei o impossível prá ficar
Até!…

[Roberto Carlos - Eu te darei o céu]

Prazer, Anônimo


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A Música e a Internet

A Música e a Internet #2 – O fim da comunidade Discografias

15
mar
09

A Música e a Internet #2 – O fim da comunidade Discografias

Uma das maiores comunidades do orkut encerrou suas atividades hoje (15/03/09).

discografias

A comunidade disponibilizava e organizava links de download. Com ela acabaram também as comunidades relacionadas: Trilhas Sonoras de Filmes, Trilhas Sonoras de Novelas, Coletâneas (V.A.), Pedidos, Dicas/Dúvidas e Índice Geral.

Segundo os donos da comunidade, estavam sofrendo ameaças da  APCM (ANTI-PIRATARIA CINEMA E MÚSICA).

Veja o último tópico da comunidade com o “comunicado oficial” dos responsáveis pela comunidade aqui.

Sexta-feira (13/03), a Folha tinha publicado que alguns artistas se juntaram para lutar a favor do download, eu estava esperando um tempo para postar isso no editorial (Carta Anônima) da próxima terça, mas infelizmente a Discografias finda seu trabalho hoje, e o último post é o link para a matéria.

Ainda assim farei a Carta Anônima terça sobre este assunto, mas vá lendo a matéria da Folha. Isso tem que gerar uma discussão geral.

Artistas defendem fãs que baixam músicas na internet

Post relacionado:

A Música e a Internet

14
mar
09

Atualizando – Michael Jackson

Eu tenho direito de deixar passar um pouco a badalação em cima do astro Michael Jackson. Afinal, fui muito melhor que mãe Dinah. “O Retorno do Rei” foi o quarto post deste blog, lá em outubro de 2008: “Mas, entre lendas e promessas vou ficar com o ano que ainda esta por vir. 2009 promete.” E agora sim, a turnê do rei confirmada.

A venda de ingressos começou ontem e já acabou, ingressos esgotados para os 50 shows na o2 Arena, entre 8 de julho de 2009 e 24 de fevereiro de 2010. “THIS IS IT!”

segundo o vídeo, seriam apenas 10 shows, mas a turnê já foi prolongada.

Post Relacionado:

O Retorno do Rei

10
mar
09

A Música e a Internet

Entre o ilegal, o legal e as novas alternativas.

A coisa mas banal hoje é baixar música da internet, assim as redes de compartilhamento ganha amigos e inimigos. Mas, com centrais ou não, o compartilhamento de arquivos é um caminho sem volta. Resta aos artistas achar alterativas  conseguir a acatação do público.

As discussões entre o tipo de compartilhamento e os detentores de direitos autorais começam no final da década passado, desde o nascimento do sitema p2p (peer-to-peer), que permite a troca de arquivos online. O primeiro vilão foi o Napster(maio/1999), que logo recebeu o protesto e os processos de artistas como Madonna e Metallica e da RIAA (Recording Industry Association of America) – uma espécia de sindicato das gravadoras americanas. Em 2001, o serviço foi fechado e os servidores desligados, em 2002, o Napster foi comprado por uma empresa que passou avender o contéudo dos seus arquivos.

Mas o Napster foi “apenas” o primeiro ápice de uma revolução. Já passamos por eDonkey, e outros e’s, na ilegalidade e por meios legais como o iTunes que vende a música digital.

Os processos continuam contra redes, sites e comunidades no Orkut, por exemplo. Os réus da vez são o “Pirate Bay” e a comunidade “Discografias”.

Com tudo isso, a primeira década deste milênio pode ser caracterizada pela ação das gravadoras e adequação dos artistas a um novo modelo de produto. Música barata a venda, música limitada, “dê o seu preço”, música de graça, bônus para quem comprar alguma coisa.radiohead-its-up-to-you

Mas a abrangência da rede é tão grande que isso ficou quase incontrolável, e a discussão acontece até (e principalmente) entre os artistas. A atitude do Radiohead foi chamada de imbecil por Robert Smith, quando permitiram aos consumidores darem preço ao produto, assim o Radiohead milhões de cópias digitais e físicas(em disco com extras) com bons valores, os representantes da Warner não divulgaram os valores da média de preço pelo download, mas garantem que a qualquer momento em que chegasse o prejuízo estavam prontos para acabar com a “promoção”. Estimasse que mais de 60% não pagou nada e mesmo assim a média de preço ficou em 4 libras.

E assim, nessa semana algo mais contraditório acontece: Lars Ulrich (baterista do Metallica) confessa ter baixado ilegalmente o disco Death Magnetic da sua própria banda – inimiga ferrenha do mp3, uma das responsáveis pelo fechamento do Napster – quando vazou na internet. Ele “queria ver como funcionava”.

O que mais se tem visto são maneiras de valorizar os produtos do artistas, músicas extras, box especial… e shows.

Mas aqui no Brasil, através da Trama Virtual, uma boa iniciativa agrada aos fãs e merece novos adeptos: o download patrocinado. O fã continua sem pagar nada pelo download,e o artista continua ganhando com o seu trabalho, quem paga por cada “cópia” são os patrocinadores do portal que colocam sua publicidade e ganham em marketing pelo apoio à música. A Trama faz contrato com os artistas e disponibilizam lançamentos completos. Já participaram do projeto CSS(Cansei de Ser Sexy), Macaco Bong e em abril chega o novo disco do Móveis Coloniais de Acaju.

O julgamento do Pirate Bay aconteceu até semana passada, o veredito será dado dia 17 de abril. Os fundadores e desenvolvedores são acusados de 33 delitos e podem ser presos.

O que podemos esperar?

20
jan
09

Para animar, há festa #cparty

19-01-09_2351Primeiro dia, cheguei tarde, me assustei com a quantidade de barracas que já estavam montadas. E descobrir que existem nerds trombadinhas, o cara do meu lado perdeu o colchonete em  5 minutos.

Mesmo assim, a primeira impressão é positiva, a estrutura é muito grande. Logo me perdi. Superando as minhas expectativas, encontrei milhares de nerds e mauricinhos esbanjando suas máquinas de última geração. Não sei como descrever isso, meu amigo chama de woodstock para nerds.

Mas estão todos muito animados, o organizador do evento, e claro, fanátco por internet, disse que a CampusParty é a salvação para a crise. Será? O governador José Serra, se declarou um viciado por internet, desde 2003.

Rola aqui saturação de informação, termo que pode ser aplicado a todos os âmbitos possíveis. E, isso me animou. Este laboratório pode animar meu janeiro, enquanto eu aguentar isso.

E para animar os autistas, show do Teatro Mágico, que volta amanhã.




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