Por enquanto…
Um anônimo que anda pelas ruas com fones nos ouvidos. Que fala pouco quando deve. Guarda muito e esquece. Sem olhar em pontos fixos, consegue enxerga o que quer, fazendo que qualquer coisa faça sentido, nem que seja por um breve momento. Poderia ser qualquer um. Ele responde chamada e continua anônimo e incógnita. Deixando o corriqueiro passar como despercebido, em um mundo volátil e contraditório. Esqueça nossas raízes!
Antes, anônimo por que não precisava de nome. Depois, por que poderia ser qualquer um.
Para quem precisa saber: Raphael Bispo dos Santos, estudante de jornalismo.
nota: meu fone de ouvido quebrou. se quiser me mandar um presente, deixe o email pelo comentário, que eu, com prazer, entrarei em contato.










Recorrência ao Trovadorismo
poesias virão por aqui…