Não falei dessa banda aqui ainda, mas já enchi o saco pelo Twitter. Aposto nela desde que ouvi (e surtei) pela primeira vez a música “My Keys, Your Boyfriend” – MY KZ, UR BF para os íntimos, que é uma das faixas mais pegajosas que já ouvi (muitas vezes).
De Manchester, com três vídeos/singles já lançados desde 2008, o Everything Everything ainda não tem um disco de estréia. Isso deve mudar em breve, em 2010 sai.
Vou avisando que tem vocal em falsetto, não é um defeito, mas tem muita gente que não gosta, por outro lado tem gente que gosta de Coldplay. O Everything Everything pega a música no desvio que Foals deu para fazer o Total Life Forever. Hoje, temos o que parece ser o primeiro single do debut. A gravação de Schoolin, que será lançado em junho.
Mais um projeto misterioso. (lembra do Monarchy?). Pelo que andasse divulgado em blogs por aí, How to Destroy Angels é um duo: Trent Reznor (Nine Inch Nails) e, sua esposa, Mariqueen Maandig-Reznor (West Indian Girl).
O nome é o mesmo de um single do Coil, do qual Reznor já se declarou fã.
Além do ficar vendo o vídeo dos dedos femininos e sintetizadores (abaixo), resta ficar de olho nas redes sociais, seguir, por exemplo, @destroyangels. A espectativa é quem em breve apareça um EP com 6 faixas.
Damon Albarn parece ter produzido material demais para caber em um disco só. “Gravei uma enorme quantidade de músicas para este disco, cerca de 80 fragmentos”, é o que Albarn disse à Spinner.
Muitos artistas deixam coisas de fora na hora de fechar o disco, mas convenhamos que 80 é mais que o comum, e sempre se espera boas coisas de Albarn, nem que seja só para se decepcionar, ou criticar se não vier.
A idéia é lançarem ainda uma parte 2 e 3 para o Plastic Beach, se tiverem “motivação” (e fôlego) para traabalhar na finalização, porque materia não falta. “Realmente há mais material, que esperamos que veja a luz do dia em algum momento.
Mas isso não é para já, Albarn e seus amigos virtuais ainda vão promover a “parte 1″ até 2011, ele e Hewlett (que fez os personagens do Gorillaz) ainda estão criando uma ópera-rock com o quadrinista Alan Moore. A obra será sobre o alquimosta inglês John Dee, conselheiro da rainha Elizabeth I.
UPDATE: O Yeasayer lançou um concurso de remixes para a faixa O.N.E. em parceria com a gravadora Mad Decent. O vencendor leva um Traktor Scratch Pro, um álbum Odd Blood original em CD e LP, uma camiseta da banda e um par de fones de ouvido; alem de ter a faixa disponibilizada no site da gravadora. Para se inscrever e baixar as partes da música AQUI]. (via @rraurl)
As primeiras atualizações do “Ao Vivo No Estúdio” tem sido, fatalmente, coisas do ano passado, nem sempre músicas e artistas lançados no ano passado, mas do meu ano passado eles fizeram parte – e os bons ficarão para a eternidade.
Partindo dessa deixa, hoje é uma boa oportunidade para deixar meu 2009 em paz. Yeasayer lançou em 2010 seu segundo disco, Odd Blood – que vazou no final do ano passado. Desde então, o disco vem me delegando boas reações e uma ligeira paixão. Deste álbum dos excelentes singles, vou a festas torcendo para tocar Yeasayer por conta delas: Ambling Alp e O.N.E. Depois que você escuta pela segunda vez, é difícil sair da cabeça.
A banda deu uma entrevista à NME falando da dificuldade de tocar as músicas ao vivo. Por conta de toda a produção que rola na gravação do álbum, “desejávmos ser maquinas para tocá-las ao vivo”. Para ver mais (em inglês), clique aqui.
Eyjafjallajökull, o vulcão cujo nome eu não falo (nem escrevo), além de deixar muita gente presa no aeroporto, produziu bons frutos.
Para começar a melhor forma de pronunciar e ouvir o [ctrl+c ctrl+v] “Eyjafjallajökull”:
Na verdade, os frutos são de uma banda que ficou presa no aeroporto. Atente para os nomes. Os caras da Bear In Heaven fizeram a coincidência mais bizarra e divertida – um clipe para a música “Dust Cloud”. Assim, eles só colocaram a câmera no carrinho de bagagem e saíram andando, o resultado é melhor do que se pode prever.
Acabo de ver o clipe mais tenso dos últimos tempos. Lembra o Stress do Justice? É bem pior, deixa no chinelo.
A M.I.A. lançou hoje o clipe para “Born Free” – na Picthfork, o aviso: IT IS EXTREMELY GRAPHIC AND VIOLENT AND NOT SAFE FOR WORK [Extremamente real e violento e não é legal assisti-lo no trabalho]
Está pronto? É assim que a semana começa.
Born Free é uma das músicas do próximo disco da cantora que tem família no Sri Lanka. Born Free já tinha vazado, mesmo que o disco ainda não tenha nome. Hoje, M.I.A. está no controle da conta do Twitter da Pitchfork e pediu sugestões de nome para o disco enquanto divulgava a tracklist do álbum com um print screeen da pasta de seu computador com as músicas.
Para um disco, que deve sair em junho, “Yet Untitled”, M.I.A está divulgando bem o trabalho, que deve sair em LP. Como exemplo, as imagens produzidas em parceria com o fotógrafo Jaime Martinez, uma espécie de gif 3D. (Mais fotos no tecoapple.com).
Visto que a faixa/barulho do novo clipe é bem diferente do que M.I.A. nos mostrou antes, é esperar o novo disco, sabendo que bem ou mau, ele vai ser comentado.
Mais um super-grupo está trabalhando. Desta vez, Ronnie Vannucci (bateria, Killers), Tom Hobden (violino, Noah And The Whale), Winston Marshall (banjo, Mumford and Sons) e Tim Rice-Oxley (teclado, Keane) estão no mesmo projeto paralelo, pronto para ganhar atenção.
Por enquanto, além de muita gente participando, só um blog – que nomeia os 13 partipantes- e alguns vídeos no Youtube e . O MySpace deles, ainda sem música, contabiliza apenas 24 amigos, contando com o Tom, que é amigo de todo mundo, e que metade pode ser integrante da banda.
O que ficou provado para mim na última quinta-feira, 22 de abril, é que Bauru precisa de rock. Para não falar em proporções nacionais.
Na noite do dia 22, Bauru recebeu a banda baiana Vivendo do Ócio. Como em outros meses, a unidade bauruense manteve a programação do chamado “espaço indie”. Mas dessa vez me surpreendi com a forma que o espaço estava preenchido, bem preenchido, um ótimo público se compararmos com outras edições e ninguém estava imune ao rock.
Vivendo do Ócio já ganhou repercursão ganhando prêmios de revelação e respeito mesmo precoce. Aparecendo na grande mídia, consegue gerar burburinho, mesmo que o público não saiba muito bem o que esperar. Antes do show que atrasou 15 minutos, enquanto a banda passeava pelos corredores, ouvi um diálogo mais ou menos assim: “Nossa, quanta gente. A banda que vai tocar é boa?” “Não conhece muito, mas eles já tocaram no Altas Horas”.
No público visualmente heterogêneo, o gosto comum estava estampado na cara da maioria logo nas primeiras músicas, cabeças balançando, mãos batendo nas pernas e pés batendo no chão. Se os tiozinhos não sabiam cantar, tinha uma platéia jovem que balbuciava timidamente as letras. Os estranho era ver uma platéia acomodada e sentada, até Jajá – vocalista da Vivendo do Ócio – lembrar que aquilo era um show de rock.
Antes disso, a banda não se entrosava muito perfeitamente com o público. No início do show, quando Jajá agradecia a presença do público, alguém gritou “vem de novo”, o baiano entendeu “mentiroso”. Disse que o fã estava errado e recompensou o público com Rock – o mal entendido pode ter tido um saldo positivo – mesmo que ninguém estivesse entendendo nada. E, nem sei se esse parágrafo ficou claro, também. O pedido de desculpas veio pelo Twitter.
O show curto mostrou que o Vivendo do Ócio é muito melhor ao vivo e pessoalmente que nos discos. Supera espectativas a força das guitarras e do baterista. Diego – o cara em questão – merece menção honrosa, quebrou tudo na bateria, muito fôlego e vontade, deixou todo mundo que saia do show pensando “que cara louco”. A banda toda entrou em campo com vontade o bastante para estourar a corda do baixo na primeira música.
No final do set, covers de The Doors, versão da banda para “Break On Trough” está em um coletânea da Deckdisc; Arctic Monkeys, “Dancing Shoes”, e Raul Seixas, “Carimbador Maluco”. Fechando com o primeira hit da banda: “Fora, Mônica”.
A banda merece destaque tanto por sua apresentação forte e potente, e muito mias por se diferenciar das novas bandas a ganhar a mídia mais por moda que por competência. Me vieram reclamar até da falta de erros – que o rock pode precisar. O som alto levava a refrões pouco manjados e menos repetitivos, ninguém ali esperava “pela última vez”.
A apresentação do grupo, levando gente de diversas idades, mostrou o quanto os bauruenses querem mais rock, muita vezes restritos às pequenas aparições no underground mantido pelo Fora do Eixo e o Enxame Coletivo, ou às festas nas repúblicas universitárias.
Foals ao vivo nos estúdios da BBC1. A faixa é do novo disco, Total Life Forever, que será lançado em maio, mas que a gente ouve desde o começo da semana, “This Orient”.
Para você que trabalhou muito essa semana mesmo com o feriado, que fez de hoje parecer uma segunda-feira. Não se engane. Relaxe! Amanhã é sexta! Pode comemorar, amanhã é o último dia da semana, vai ter aquela hora feliz depois do expediente e uma balada, ou um programa mais aconchegante à noite.
Para bons pensamentos fluirem e facilitarem (ou não) o trabalho de amanhã. Uma bela canção para acompanhar a contagem regressiva.
Pensei em colocar na “sessão”: Ao vivo no estúdio. Mas certeza que tem mixagem, seria injusto – mesmo com esse coralzinho lindo.
Música para quinta e talvez seja para um “programa menor” amanhã.
A dica é Morning Benders – “Excuses” e este post foi feito em homenagem ao dia cansativo de @joaoo e @lovemaltine